Health conditions of young and old elderly.

Objective: to evaluate the elderly about the socio-demographic profile and health conditions in the age groups from 60 to 75 years old (“young” elderly) and above 76 years (“old” elderly). Methods: this is a cross-sectional study and home based. The data were collected applying a questionnaire based...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Publicado en:Rev Rene Vol. 17; no. 1; pp. 120 - 128
Autores principales: Barbosa Reis, Cibelle, Santos de Jesus, Rozeli, de Oliveira Silva, Carla Silvana, de Pinho, Lucinéia
Formato: research tables/charts Journal Article
Publicado: Rev Rene Jan/Feb2016
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:Objective: to evaluate the elderly about the socio-demographic profile and health conditions in the age groups from 60 to 75 years old (“young” elderly) and above 76 years (“old” elderly). Methods: this is a cross-sectional study and home based. The data were collected applying a questionnaire based on the model developed by the Older Americans Resources and Services. Results: 118 elderly participated in the study, being 68.6% “young”, 58% illiterate, 85.2% with income less than two minimum wages and 70.4% with non-white skin. The “old” elderly had a higher proportion of loss of the companion (p=0.002), non-communicable chronic diseases (p=0.023) and dependence to perform activities of daily living (p=0.036). Both age groups had low physical activity, excessive consumption of medicaments and chewing problems. Conclusion: the model of health facing the elderly, should not be restricted to treatment of diseases but cover their functional capacity.
Objetivo: avaliar os idosos quanto ao perfil socioeconômico e condições de saúde nas faixas etárias de 60 a 75 anos de idade (idosos “jovens”) e acima de 76 anos (idosos “velhos”). Métodos: estudo transversal de base domiciliar. Coletaram-se os dados aplicando-se um questionário baseado no modelo desenvolvido pelo Older Americans Resources and Services. Resultados: participaram do estudo 118 idosos, sendo 68,6% “jovens”, 58% analfabetos, 85,2% com renda inferior a dois salários mínimos e 70,4% com pele não branca. Os idosos “velhos” tiveram maior proporção de perda do companheiro (p=0,002), doenças crônicas não transmissíveis (p=0,023) e dependência para realização de atividades de vida diária (p=0,036). Ambas faixas etárias tinham baixa atividade física, excesso de consumo de medicamentos e problemas de mastigação. Conclusão: o modelo de saúde voltado a idosos não deve se restringir ao tratamento de doenças, mas abranger sua capacidade funcional.