Pressões ventilatórias máximas e função pulmonar em sujeitos portadores de bronquiectasias.
Introduction: The measurement of pulmonary function and the pressures generated by the ventilatory muscles have been of great clinical importance, besides having great potential for the diagnosis and prognosis of lung diseases. Due to airflow obstruction, irreversible dilatation of the bronchi and b...
| Publicado en: | Revista Terapia Manual Vol. 11; no. 54; pp. 581 - 585 |
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| Autores principales: | , , , , , , , , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Revista Terapia Manual
Oct-Dec2013
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Introduction: The measurement of pulmonary function and the pressures generated by the ventilatory muscles have been of great clinical importance, besides having great potential for the diagnosis and prognosis of lung diseases. Due to airflow obstruction, irreversible dilatation of the bronchi and bronchioles, and the presence of secretion individuals with bronchiectasis may show changes in their respiratory muscles and lung capacity, leading to a diminished quality of life of these patients. Objective: To assess the pulmonary capacities and volumes and the maximum pressure of ventilatory muscles in subjects with bronchiectasis. Method: This is an observational and cross-sectional study that assessed 21 subjects with a previous diagnosis of bronchiectasis, at the Sleep Laboratory of the Rehabilitation Sciences Master’s and PhD Degree Programs, at Nove de Julho University (UNINOVE) in the city of São Paulo- Brazil. The evaluation consisted of medical history, vital signs, anthropometry, spirometry and manovacuometry. Results: The mean age was 51.57±15.11 years, 57.1% were female with a body mass index of 23.93 ± 3.75 kg/m2. There was a predominance of obstructive lung disease (52.4%) and reductions in the mean spirometric values of predicted (FVC, FEV1 and FEV1/FVC were 2.45 ± 0.87, 1.63 ± 0.76 and 66.49 ± 15.26 respectively). The mean values of maximal inspiratory pressures for females were 70.16 ± 26.60 and 95.55 ± 22.92 for males. The maximum expiratory pressures were 63.66 ± 24.34 and 105.11 ± 23.85 respectively for females and males. There was reduction in mean maximal ventilatory pressures as tuberculosis sequelae or not. Conclusion: Subjects with bronchiectasis presented a predominance of obstructive lung disease, reductions in spirometric values and maximal ventilatory pressures, either with regard to gender or etiology of bronchiectasis compared with the provisions of the Brazilian population. Introdução: A avaliação da função pulmonar e das pressões máximas geradas pelos músculos ventilatórios têm sido de grande importância clínica, além de apresentarem grande potencial para o diagnóstico e prognóstico de doenças respiratórias. Devido à obstrução do fluxo aéreo, dilatação irreversível dos brônquios e bronquíolos, e a presença de secreção, os indivíduos com bronquiectasias podem apresentar alterações na sua musculatura ventilatória e capacidade pulmonar, levando à redução da qualidade de vida. Objetivo: Avaliar as capacidades e volumes pulmonares e as pressões máximas da musculatura ventilatória em sujeitos portadores de bronquiectasias. Método: Trata-se de um estudo observacional e transversal, no qual foram avaliados 21 sujeitos com diagnóstico prévio de bronquiectasias, no Laboratório de Sono do Programa de Pós Graduação Doutorado e Mestrado em Ciências da Reabilitação da Universidade Nove de Julho, na cidade de São Paulo-SP. A avaliação constou de anamnese, sinais vitais, antropometria, espirometria e manovacuometria. Resultados: A média de idade encontrada foi de 51,57±15,11 anos, 57,1% eram do sexo feminino, com índice de massa corpórea de 23,93±3,75 Kg/m2. Houve uma predominância de distúrbio ventilatório obstrutivo (52,4%) e reduções dos valores espirométricos médios em relação ao previsto (CVF - 2,45±0,87; VEF1 - 1,63±0,76; VEF1/CVF - 66,49±15,26). A média dos valores das pressões inspiratórias má- ximas foi para o sexo feminino de 70,16±26,60 e de 95,55±22,92 para o sexo masculino. As pressões expiratórias máximas foram de 63,66±24,34 e 105,11±23,85 respectivamente para o sexo feminino e masculino. Conclusão: Sujeitos com bronquiectasias avaliados neste estudo apresentaram predominância de distúrbio ventilatório obstrutivo, reduções dos valores espirométricos e das pressões ventilatórias máximas, seja quanto ao gênero ou etiologia da bronquiectasia, quando comparados com o previsto na população brasileira. |
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