Escaneamento intraoral para obtenção de próteses fixas implantossuportadas: revisão sistemática.

O escaneamento intraoral vem trazendo grandes avanços na odontologia, mas ainda não se tem um acordo se o escaneamento intraoral para próteses implantossuportadas é efetivo. O objetivo dessa pesquisa foi realizar uma revisão sistemática com metanálise comparando os dois tipos de moldagem para reabil...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:Revista Salusvita Vol. 40; no. 4; pp. 164 - 165
Autores principales: Carnietto, Maísa, Alves da Silva, Taís, Alcalde Panigali, Olavo, de Almeida Cerqueira Filho, José Ribamar, Amadei Pegoraro, Thiago, Santiago Júnior, Joel Ferreira
Formato: Artículo
Publicado: Salusvita Journal 2021
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:O escaneamento intraoral vem trazendo grandes avanços na odontologia, mas ainda não se tem um acordo se o escaneamento intraoral para próteses implantossuportadas é efetivo. O objetivo dessa pesquisa foi realizar uma revisão sistemática com metanálise comparando os dois tipos de moldagem para reabilitações com próteses fixas parciais ou completas (protocolo e removível). Utilizou-se o critério PRISMA, foi feito o cadastramento na base de dados PROSPERO (CRD: 42020152197). As principais bases de dados utilizadas nas buscas foram Cochrane Library, SciELO, PubMed e EMBASE. O software comprehensive meta-analysis e review foi utilizado na etapa de análises. O valor de significância considerado foi de 0,05. Na busca inicial obtivemos 727 resumos e títulos, porém quando foram aplicados os critérios de exclusão e inclusão, 10 estudos foram selecionados. Com base nesses estudos, foi observado que não houve diferença em comparação aos dois métodos de moldagem nos quesitos: índices de complicações técnicas e biológicas, perda óssea marginal (p>0,05). Na análise de tempo de execução clínica, a técnica de escaneamento intraoral obteve mais sucesso, quando comparada à convencional (p<0,05). Em conclusão, o uso do escaneamento intraoral se mostrou efetivo, porém ainda há necessidade de mais estudos clínicos para melhorar a avaliação técnica.