Factors associated with disability in patients after discharge from Intensive Care Units COVID-19.
Objective: to evaluate factors associated with disability of patients after hospital discharge in COVID-19intensive care units. Methods: cross-sectional analytical research with sociodemographic, clinical, self-perception of health and WHODAS 2.0 scale data of patients discharged from a teaching hos...
| Publicado en: | Rev Rene Vol. 23; no. 1; pp. 1 - 10 |
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| Autores principales: | , , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Rev Rene
2022
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| Sumario: | Objective: to evaluate factors associated with disability of patients after hospital discharge in COVID-19intensive care units. Methods: cross-sectional analytical research with sociodemographic, clinical, self-perception of health and WHODAS 2.0 scale data of patients discharged from a teaching hospital. Patients admitted to an intensive care unit for COVID-19 for more than eight days, discharged from the hospital at least 365 days before data collection and older than 18 years were included. In-formation analysis was performed using data mining. Results: 32 individuals were eligible, 25% were disabled. These individuals presented low cognition, mobility, self-care, limitation in daily activities, justified by biological and clinical parameters. Still, 37% by obesity and polymedication, 75%, impaired concentration and 50%, neurological developments. The length of hospitalization and the therapeutic resources demanded in this period were also associated with the disability observed. Conclusion: the COVID-19 virus added to the length of hospitalization and clinical factors ware related to disability 12 months after hospital discharge with strong presence of neurological symptoms. Contributions to practice: it is expected to contribute to the understanding of the long-term impacts of COVID-19, enabling to offer better assistance and quality of life to patients affected by the disease. Objetivo: avaliar fatores associados à incapacidade de pacientes após a alta hospitalar em unidades de terapia intensiva COVID-19. Métodos: pesquisa transversal analítica com dados sociodemográficos, clínicos, de autopercepção de saúde e escala de WHODAS 2.0 de pacientes egressos de um hospital-escola. Foram incluídos: pacientes internados em unidade de terapia intensiva por COVID-19 por um período de mais de oito dias; com alta hospitalar recebida, no mínimo, 365 dias antes da coleta de dados; maiores de 18 anos. A análise das informações foi realizada por meio de mineração de dados. Resultados: foram elegíveis 32 indivíduos, sendo 25% incapacitados. Estes apresentaram baixa cognição, mobilidade, autocuidado, limitação em atividades diárias, justificadas por parâmetros biológicos e clínicos. Ainda, 37% por obesidade e polimedicação, 75%, concentração comprometida e 50%, desdobramentos neurológicos. O tempo de internamento e os recursos terapêuticos demandados neste período também foram associados à incapacidade observada. Conclusão: o vírus da COVID-19 somado ao tempo de internação e fatores clínicos foram relacionados à incapacidade 12 meses após alta hospitalar com forte presença de sintomas neurológicos. Contribuições para a prática: espera-se contribuir para a compreensão dos impactos em longo prazo da COVID-19, possibilitando oferecer melhor assistência e qualidade de vida aos pacientes acometidos pela doença. |
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