FACTORS ASSOCIATED WITH SMARTPHONE ADDICTION IN NURSING STUDENTS.
Objective: to analyze the factors associated with smartphone addiction in nursing students. Method: a descriptive, correlational and quantitative study, conducted in two public universities in the Northeast of Brazil, from April to June 2019. Four instruments were used for the purpose of data collec...
| Publicado en: | Texto & Contexto Enfermagem Vol. 31; pp. 1 - 13 |
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| Autores principales: | , , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pos-Graduacao de Enfermagem
2022
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Objective: to analyze the factors associated with smartphone addiction in nursing students. Method: a descriptive, correlational and quantitative study, conducted in two public universities in the Northeast of Brazil, from April to June 2019. Four instruments were used for the purpose of data collection: sociodemographic characterization, Alcohol Use Disorder Identification Test (AUDIT), Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) and the Smartphone Addiction Inventory (SPAI) scale. Results: the majority of nursing students were female, 239 (80.2%), and had an average age of 22 years. One hundred and sixty-five (55.4%) declared themselves brown, 236 (79.2%) only studied and 11 (37.2%) had one to two minimum wages as family income. Regarding marital status, 277 (93.0%) were single and 168 (56.4%) lived with their parents. Two hundred and two (67.8%) did not practice physical activity and 269 (90.3%) had never smoked or smoked for less than one month. The overall prevalence of smartphone addiction in nursing students was 142 (47.7%). The factors associated with smartphone addiction in nursing students were: AUDIT (p=0.036), overall PSQI score (p <0.001), sleep quality (p=0.008), sleep latency (p=0.001), medication use (p=0.050) and daytime dysfunction (0.000). Conclusion: there is a need to develop educational interventions for rational use of the smartphone inside and outside universities and to develop public policies for health promotion and prevention of related comorbidities. Objetivo: analizar los factores asociados a la adicción al smartphone en estudiantes de enfermería. Método: estudio descriptivo, correlacional y cuantitativo, realizado en dos universidades públicas del Nordeste de Brasil, de abril a junio de 2019. Para la recolección de datos se utilizaron cuatro instrumentos: caracterización sociodemográfica, Prueba de Identificación de Trastornos por Uso de Alcohol (AUDIT), Índice de calidad del sueño de Pittsburgh (PSQI) y la escala del Inventario de adicciones a teléfonos inteligentes (SPAI). Resultados: la mayoría de los estudiantes de enfermería eran mujeres, 239 (80,2%) y tenían una edad promedio de 22 años. Ciento sesenta y cinco (55,4%) se declararon morenos, 236 (79,2%) sólo estudiaron y 11 (37,2%) tenían de uno a dos salarios mínimos como ingreso familiar. En cuanto al estado civil, 277 (93,0%) eran solteros y 168 (56,4%) vivían con sus padres. Doscientos dos (67,8%) no practicaban actividad física y 269 (90,3%) nunca habían fumado ni fumado durante menos de un mes. La prevalencia general de adicción a teléfonos inteligentes en estudiantes de enfermería fue de 142 (47,7%). Los factores asociados con la adicción a los teléfonos inteligentes en estudiantes de enfermería fueron: AUDIT (p=0.036), puntaje general del PSQI (p<0.001), calidad del sueño (p= 0.008), latencia del sueño (p=0.001), uso de medicación (p=0.050) y disfunción diurna (0,000). Conclusión: es necesario desarrollar intervenciones educativas para el uso racional del teléfono inteligente dentro y fuera de las universidades y desarrollar políticas públicas de promoción de la salud y prevención de las comorbilidades relacionadas. Objetivo: analisar os fatores associados à adicção ao smartphone em universitários de Enfermagem. Método: estudo descritivo, correlacional e quantitativo, realizado em duas Universidades públicas do Nordeste do Brasil, no período de abril a junho de 2019. Para coleta de dados, foram utilizados quatro instrumentos: caracterização sociodemográfica, Alcohol Use Disorder Identification Test (AUDIT), Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) e a escala Smartphone Addiction Inventory (SPAI). Resultado: a maioria dos universitários de Enfermagem era do sexo feminino, 239 (80,2%), e tinha idade média de 22 anos. Cento e sessenta e cinco (55,4%) se autodeclararam pardos, 236 (79,2%) apenas estudavam e 11 (37,2%) tinham de um a dois salários-mínimos como renda familiar. Em relação ao estado civil, 277 (93,0%) eram solteiros e 168 (56,4%) moravam com os pais. Duzentos e dois (67,8%) não praticavam atividade física e 269 (90,3%) nunca fumaram ou estavam fumando há um período menor que um mês. A prevalência global da adicção ao smartphone nos universitários de Enfermagem foi de 142 (47,7%). Os fatores associados à adicção ao smartphone em universitários de Enfermagem foram: AUDIT (p=0,036), pontuação global do PSQI (p <0,001), qualidade do sono (p=0,008), latência do sono (p=0,001), uso de medicamentos (p=0,050) e disfunção durante o dia (0,000). Conclusão: há necessidade de se construir intervenções educativas para uso racional do smartphone dentro e fora das Universidades e desenvolver políticas públicas de promoção da saúde e prevenção de comorbidades relacionadas. |
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