EFEITO AGUDO DAS VARIÁVEIS CARDIORRESPIRATÓRIAS APÓS UMA AULA DE BALLET CLÁSSICO ATÉ A SEQUÊNCIA DE PEQUENOS SALTOS.
The article entitled "Acute Effect of Cardiorespiratory Variables after a Classical Ballet Class up to the Small Jumps Sequence" discusses the impact of a classical ballet class on the cardiorespiratory variables of dancers. The study involved 12 advanced level dancers, aged between 16 and 34 years,...
| Publicado en: | Revista Salusvita Vol. 41; no. 3; pp. 260 - 261 |
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| Autores principales: | , , |
| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Salusvita Journal
2022
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | The article entitled "Acute Effect of Cardiorespiratory Variables after a Classical Ballet Class up to the Small Jumps Sequence" discusses the impact of a classical ballet class on the cardiorespiratory variables of dancers. The study involved 12 advanced level dancers, aged between 16 and 34 years, who were evaluated before and after a classical ballet class. The results showed a statistically significant increase in systolic blood pressure, heart rate, respiratory rate, dyspnea, and muscle fatigue after the class. However, no significant differences were observed in diastolic blood pressure, peripheral oxygen saturation, chest pain, and other respiratory variables. It is concluded that a classical ballet class up to the small jumps sequence has an acute effect on increasing cardiac and respiratory variables, as well as decreasing inspiratory muscle strength in the evaluated dancers. Introdução: O ballet clássico exige diversas habilidades, sendo uma delas boa capacidade cardiorrespiratória. Após uma aula de nível técnico avançado, nota-se uma fadiga respiratória, especialmente logo após realizar sequências de pequenos saltos. Objetivo: Avaliar e comparar o efeito agudo das variáveis cardiorrespiratórias após uma aula de ballet clássico, até a sequência de pequenos saltos. Métodos: Foram sujeitos deste trabalho 12 bailarinas de nível técnico avançado de ballet clássico com a faixa etária entre 16 a 34 anos. As coletas foram realizadas na Clínica de Fisioterapia do Centro Universitário Sagrado Coração. Os pacientes foram avaliados em dois dias, antes e depois de uma aula de ballet clássico por meio das seguintes variáveis: pressão arterial sistólica e diastólica (PAS e PAD), saturação periférica de oxigênio (SpO2), frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR), teste de função pulmonar, pressões inspiratória e expiratória máximas (PImáx e PEmáx), pico de fluxo expiratório (PFE), dor no peito e fadiga em membros inferiores (pela escala de Borg). A reavaliação foi realizada após o término da aula de ballet clássico seguindo o mesmo parâmetro da avaliação inicial. Resultados: Observamos valores de PAS, FC, FR, dispneia e fadiga de membros inferiores e PImáx estatisticamente maiores após uma única aula de ballet clássico até a sequência de pequenos saltos. Não foram constatadas diferenças significativas na PAD, SpO2, sintoma de dor no peito, PEmáx, CVF, VEF1, relação VEF1, CVF, FEF25-75% e PFE. Conclusão: Uma aula de ballet clássico até a sequência de pequenos saltos proporcionou de forma aguda aumento das variáveis cardíacas (PAS e FC) e respiratórias (FR, dispneia e fadiga de membros inferiores), bem como diminuição da força muscular inspiratória nas bailarinas avaliadas. |
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