Comparação fisiopatológica entre as meningites causadas por Cryptococcus neoformans e Neisseria meningitidis.
The article from Salusvita Magazine compares physiopathologically meningitis caused by Cryptococcus neoformans and Neisseria meningitidis. Meningococcal bacterial meningitis stands out for the rapid evolution of the clinical picture, while cryptococcal fungal meningitis is severe in immunosuppressed...
| Publicado en: | Revista Salusvita Vol. 43; no. 1; pp. 217 - 218 |
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| Autores principales: | , |
| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Salusvita Journal
2024
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | The article from Salusvita Magazine compares physiopathologically meningitis caused by Cryptococcus neoformans and Neisseria meningitidis. Meningococcal bacterial meningitis stands out for the rapid evolution of the clinical picture, while cryptococcal fungal meningitis is severe in immunosuppressed patients. The transmission routes differ, but the pathogenesis is similar, with infection of the respiratory tract, colonization of the airways, and tropism for the central nervous system. The immune response is unique to each pathogen, and there is a need to invest in research for the treatment of systemic fungal infections. A meningite é uma patologia de progressão grave, de grande importância clínica e que afeta o sistema nervoso central; dentre seus tipos, a meningite bacteriana meningocócica se destaca pela rápida evolução do quadro clínico, enquanto a meningite fúngica criptocócica se caracteriza pela severidade em pacientes imunossuprimidos. Esta revisão de literatura objetiva comparar o acesso ao conhecimento recente entre a patologia frente aos mecanismos de ação da bactéria Neisseria meningitidis e do fungo Criptococcus neoformans. As vias de transmissão entre os dois micro-organismos se diferem, contudo a patogênese se mantém com alta semelhança - infecção do trato respiratório, colonização das vias áreas com ênfase nos sítios da nasofaringe, translocação ao sistema sanguíneo, tropismo pelo sistema nervoso central, mecanismos de invasão à barreira hematoencefálica e colonização da meninge aracnoide - em específico sua região inferior - e inflamação dos tecidos adjacentes. A resposta imunológica é exclusiva a cada um dos patógenos, além de sua eficácia e intensidade; a resposta frente à invasão bacteriana se mostra mais agressiva se comparada ao da fúngica, contudo se deve ao caráter de imunodepressão frequentemente descrito nessa última. A sintomatologia não diferencia os agentes etiológicos, contudo a análise do líquor ou biópsias demonstram grande diferença química e visual entre os casos. Este trabalho demonstra a desatualização de informações referente aos tratamentos contra agentes micológicos, além de demonstrar grandes semelhanças entre patógenos de reinos biológicos distintos sobre a mesma patologia; visualiza-se a necessidade de investir em pesquisas sobre novos métodos de tratamento às infecções fúngicas sistêmicas, além de atualizar os conteúdos existentes. |
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