Percepciones de los psicólogos sobre las funciones y alcances en los departamentos de consejería estudiantil.
Psychologists in educational settings promote students' emotional, social, and academic well-being, intervene in learning and behavioral difficulties, and foster inclusive environments for holistic development. Objective. To analyze educational psychologists' perceptions of their roles, work challen...
| Publicado en: | Revista de Investigación en Salud VIVE Vol. 8; no. 23; pp. 469 - 485 |
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| Autores principales: | , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Revista de Investigacion en Salud VIVE
may-ago2025
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Psychologists in educational settings promote students' emotional, social, and academic well-being, intervene in learning and behavioral difficulties, and foster inclusive environments for holistic development. Objective. To analyze educational psychologists' perceptions of their roles, work challenges, and the impact of current regulations on their performance within Student Counseling Departments. Methodology. The methodological approach was qualitative, non-experimental, and cross-sectional. Data were collected using the semi-structured interview technique, and the instrument was validated by specialists in the field. Results. The results indicate that, although the regulations have been updated by Ecuador's Ministry of Education, significant challenges remain, such as administrative workload, the number of students assigned per professional, discrepancies with professional profiles, lack of training in action protocols, and differences in resource access depending on institutional funding type. Conclusion. The work of psychologists in Student Counseling Departments emerges as an essential pillar for the socio-emotional well-being of the educational community, despite systemic challenges limiting their effectiveness. Los psicólogos en ámbitos educativos escolarizados promueven el bienestar emocional, social y académico de los estudiantes, brindan atención psicosocial, y fomentan ambientes inclusivos para un desarrollo integral. Objetivo. Analizar las percepciones de los psicólogos educativos sobre sus funciones, los desafíos laborales y el impacto de las normativas vigentes en su desempeño dentro de los Departamentos de Consejería Estudiantil. Metodología. El enfoque metodológico fue cualitativo, no experimental y de tipo transversal. Se recolectaron datos mediante la técnica de entrevista semiestructurada y el instrumento fue validado por especialistas en el área. Resultados. Los resultados indican que, aunque la normativa ha sido actualizada por el Ministerio de Educación del Ecuador, aún existen desafíos importantes como: la carga administrativa, el número de estudiantes asignado por profesional, discordancia con los perfiles profesionales, falta de capacitación en protocolos de actuación y las diferencias de acceso a recursos de acuerdo al tipo de sostenimiento institucional. Conclusión. La labor de los psicólogos en los Departamentos de Consejería Estudiantil emerge como un pilar esencial para el bienestar socioemocional de la comunidad educativa, pese a los desafíos sistémicos que limitan su eficacia. Os psicólogos em contextos educacionais promovem o bem-estar emocional, social e acadêmico dos estudantes, intervêm em dificuldades de aprendizagem e comportamento e fomentam ambientes inclusivos para um desenvolvimento integral. Objetivo. Analisar as percepções dos psicólogos educacionais sobre suas funções, os desafios laborais e o impacto das normativas vigentes em seu desempenho nos Departamentos de Orientação Estudantil. Metodologia. A abordagem metodológica foi qualitativa, não experimental e de tipo transversal. Os dados foram coletados por meio da técnica de entrevista semiestruturada e o instrumento foi validado por especialistas na área. Resultados. Os resultados indicam que, embora as normativas tenham sido atualizadas pelo Ministério da Educação do Equador, ainda existem desafios importantes como: a carga administrativa, o número de estudantes atribuídos por profissional, a discordância com os perfis profissionais, a falta de capacitação em protocolos de atuação e as diferenças no acesso a recursos de acordo com o tipo de financiamento institucional. Conclusão. O trabalho dos psicólogos nos Departamentos de Orientação Estudantil emerge como um pilar essencial para o bem-estar socioemocional da comunidade educativa, apesar dos desafios sistêmicos que limitam sua eficácia. |
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