A Primeira Obra de História Natural do Brasil (1648): Uma análise Histórica e de Preservação.

This article provides a technical-historical analysis of the Historia Naturalis Brasiliae (1648), written by the naturalists George Marcgrave and Guilherme Piso. The work was a milestone for natural sciences, documenting for the first time the biodiversity of colonial Brazil. The article contextuali...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:Museologia e Patrimônio Vol. 18; no. 1; pp. 13 - 43
Autores principales: Knippel, Phillipe, Gibaldi, Daniel, Sá, Magali Romero, Costa, Jane
Formato: Artículo
Publicado: Museologia e Patrimonio 2025
Materias:
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Descripción
Sumario:This article provides a technical-historical analysis of the Historia Naturalis Brasiliae (1648), written by the naturalists George Marcgrave and Guilherme Piso. The work was a milestone for natural sciences, documenting for the first time the biodiversity of colonial Brazil. The article contextualizes the scientific production during the governance of Maurício de Nassau, highlighting the impact of the exchange between European, Indigenous, and African knowledge. The conservation of the copy held by the Biblioteca de Manguinhos is also discussed, analyzing restoration and preservation processes. The integration of science and art, through Marcgrave's illustrations and the Baroque artistic style, is another key point. The text emphasizes the relevance of Historia Naturalis Brasiliae for the development of natural history and the contribution of empirical practices to the advancement of scientific knowledge.
Este artigo realiza uma análise técnico-histórica da obra Historia Naturalis Brasiliae (1648), de autoria dos naturalistas George Marcgrave e Guilherme Piso. A obra foi um marco para as ciências naturais, documentando pela primeira vez a biodiversidade do Brasil colonial. O artigo contextualiza a produção científica durante o governo de Maurício de Nassau, destacando o impacto do intercâmbio entre os saberes europeus, indígenas e africanos. Também se discute a conservação do exemplar depositado na Biblioteca de Manguinhos, analisando os processos de restauração e preservação. A integração entre ciência e arte, por meio das ilustrações de Marcgrave e o estilo artístico barroco, é outro ponto central. O texto sublinha a relevância da Historia Naturalis Brasiliae para o desenvolvimento da história natural e a contribuição de práticas empíricas no avanço do conhecimento científico.