Volviendo a pensar sobre el final del Complejo de Edipo.
In the psychoanalytic language, there is a polysemy that requires, in every exchange, to clarify the terms that are being used. In this case, so as to rethink about the ending of the Oedipus Complex, I found it relevant to highlight which aspect of the work of Sophocles is taken by Freud for its con...
| Publicado en: | Psicoanálisis: Revista de la Asociación Psicoanalítica de Buenos Aires Vol. 46; no. 2; pp. 55 - 77 |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Asociacion Psicoanalitica de Buenos Aires
2024
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | In the psychoanalytic language, there is a polysemy that requires, in every exchange, to clarify the terms that are being used. In this case, so as to rethink about the ending of the Oedipus Complex, I found it relevant to highlight which aspect of the work of Sophocles is taken by Freud for its conceptualization, what he means by "complex", "phallus", "castration anxiety" and "primal repression". From that point on, I describe different points of view about the significant process of this stage of the children's life, by concluding in my own summary, supported by the Freudian conceptualization that: Each normal person is that only on average, their ego is close to the one of a psychotic in this or that part, to a greater or lesser degree. After this analysis I find it necessary to add that, although Freud designed a theory and a technique for the clinical practice of the neurosis, these remain as current contributions, even though the psychoanalysis broadened its operational field in the narcissism territory also based on Freudian postulates, not only with the theorization about narcissism, but also and especially in 1920 with "Beyond the Pleasure Principle" and "The Splitting of the Ego in the Process of Defence" (1938). In order to comprehend all of this clinical practice, the theorization of the Oedipus Complex, (which has been modified by other authors) continue to be indispensable, as well as the post Freudian developments. Only with Freud it is not enough, without Freud it is impossible. En el lenguaje psicoanalítico hay una polisemia que exige, en cada intercambio, aclarar los términos que uno utiliza. En este caso, para volver a pensar sobre el final del Complejo de Edipo, me pareció pertinente destacar, que aspecto de la obra de Sófocles toma Freud para su conceptualización, a que llama "complejo", "falo", "amenaza de castración" y "represión primaria". A partir de allí, describo distintas miradas sobre el trascendente proceso de resolución de esta etapa de la vida infantil, concluyendo en mi propia síntesis, apoyada en la conceptualización freudiana de que Cada persona normal lo es sólo en promedio, su yo se aproxima al del psicótico en esta o aquella pieza, en grado mayor o menor. Después de este recorrido me parece necesario agregar que, si bien Freud diseñó una teoría y técnica para la clínica de las neurosis, estos aportes siguen vigentes, aunque el psicoanálisis amplió su campo operacional en el territorio del narcisismo a partir también de postulados freudianos, no sólo con las teorizaciones sobre narcisismo, sino y muy especialmente en 1920 con Más allá del principio del placer, y La escisión del Yo en el proceso defensivo. (1938). Para la comprensión de toda esta clínica la teorización del C de Edipo, (que ha sido modificado por otros autores) sigue siendo imprescindible, como lo son los desarrollos post freudianos. Con Freud solo no alcanza, sin Freud es imposible. Na linguagem psicanalítica há uma polissemia que exige, em cada intercâmbio, esclarecer os termos que se utilizam. Neste caso, para voltar a pensar sobre o final do complexo de Édipo, me pareceu pertinente destacar qual aspecto da obra de Sófocles que Freud considera para sua conceitualização, o que chama "complexo", "falo", "ameaça de castração" e "repressão primária". A partir daí descrevo os diferentes pontos de vista sobre o processo transcendente de resolução desta etapa da vida infantil, concluindo em minha própria síntese, apoiada na conceitualização freudiana de que cada pessoa somente é normal numa média, seu Eu se aproxima do psicótico nesta ou naquela parte, em maior ou menor grau. Depois deste percurso me parece necessário que, ainda que Freud tenha desenhado uma teoria e técnica para a clínica das neuroses, tais contribuições continuam vigentes, mesmo que a psicanálise tenha ampliado seu campo operacional no território do narcisismo também a partir de postulados freudianos, não só com as teorizações sobre narcisismo, mas muito especialmente em 1920 com Além do princípio do prazer e A cisão do Eu no processo de defesa (1938). Para a compreensão de toda essa clínica, a teorização do complexo de Édipo (que foi modificada por outros autores) continua sendo imprescindível, como também são os desenvolvimentos pós freudianos. Com Freud é insuficiente, sem Freud é impossíve. |
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