Desfechos perinatais decorrentes do manejo de gestações com crescimento intrauterino restrito com diferentes protocolos.
Objective: to describe perinatal outcomes using different protocols for managing pregnancies with intrauterine growth restriction in a maternal and child referral hospital. Method: a cross-sectional, descriptive study with a quantitative approach, conducted using medical records of patients with int...
| Publicado en: | Journal of Nursing UFPE / Revista de Enfermagem UFPE Vol. 19; no. 2; pp. 1 - 30 |
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| Autores principales: | , , , , , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Revista de Enfermagem UFPE
2025
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Objective: to describe perinatal outcomes using different protocols for managing pregnancies with intrauterine growth restriction in a maternal and child referral hospital. Method: a cross-sectional, descriptive study with a quantitative approach, conducted using medical records of patients with intrauterine growth restriction admitted to a referral service in 2017 and 2019. Management with different protocols established in 2017 and 2019 was considered, with the latter suggesting waiting for delivery until 37 weeks of gestation, depending on ultrasound scan and Doppler assessment. Clinical-obstetric and neonatal variables were evaluated. The data were analyzed using the Statistical Package for Social Sciences program, with descriptive statistics, absolute and relative frequencies, and measures of central tendency and dispersion. Results: 36 binomials from 2017 and 78 from 2019 were included. Regarding outcomes, in 2017 there was a higher prevalence of Apgar scores below 7 at one minute, lower gestational age at pregnancy termination, and greater need for neonatal ventilatory support. Conclusion: although slight differences were observed between the years, the most unfavorable neonatal outcomes were identified in 2017. Thus, it can be assumed that there is a positive advantage in the protocol established in 2019. Objetivo: describir los resultados perinatales utilizando diferentes protocolos para manejo de gestaciones con fetos con restricción de crecimiento intrauterino en un hospital materno-infantil de referencia. Método: estudio transversal, descriptivo con enfoque cuantitativo, realizado a partir de historias clínicas de pacientes con restricción de crecimiento intrauterino ingresadas en un servicio de referencia en los años 2017 y 2019. Se planteó el manejo mediante diferentes protocolos establecidos en los años 2017 y 2019, el último de los cuales sugiere esperar el parto hasta las 37 semanas de gestación dependiendo de la evaluación ecográfica y Doppler. Se evaluaron variables clínicas, obstétricas y neonatales. Los datos se analizaron mediante Statistical Package for Social Sciences, con estadísticas descriptivas, frecuencias absolutas y relativas, y medidas de tendencia central y dispersión. Resultados: se incluyeron 36 binomios del año 2017 y 78 del año 2019. Respecto a los resultados, en 2017 hubo mayor prevalencia de Apgar del primer minute inferior a 7, menor edad gestacional al momento de la interrupción del embarazo, y mayor necesidad de soporte ventilatorio neonatal. Conclusión: aunque se observaron diferencias discretas entre los años, los resultados neonatales más desfavorables se identificaron en 2017. Por lo tanto, es posible suponer que existe una superioridad positiva en el protocolo implementado en 2019. Objetivo: descrever os desfechos perinatais com o uso de diferentes protocolos para manejo de gestações com fetos em restrição de crescimento intrauterino em um hospital de referência materno-infantil. Método: estudo transversal, descritivo, com abordagem quantitativa, realizado por meio de prontuários de pacientes com restrição de crescimento intrauterino internados em um serviço de referência nos anos de 2017 e 2019. Considerou-se o manejo com protocolos diferentes instituídos em 2017 e 2019, em que o último sugere aguardar o parto até 37 semanas gestacionais a depender da avaliação ultrassonográfica e do Doppler. Foram avaliadas variáveis clínico-obstétricas e neonatais. Os dados foram analisados por meio do programa Statistical Package for Social Sciences, com estatísticas descritivas, frequências absoluta e relativa, e medidas de tendência central e dispersão. Resultados: incluíram-se 36 binômios do ano de 2017, e 78 de 2019. Com relação aos desfechos, em 2017 houve maior prevalência de Apgar do primeiro minuto menor que 7, menor idade gestacional na interrupção da gravidez, e maior necessidade de suporte ventilatório neonatal. Conclusão: embora tenham sido observadas diferenças discretas entre os anos, os resultados neonatais mais desfavoráveis foram identificados em 2017. Assim, é possível pressupor que existe uma superioridade positiva no protocolo instituído em 2019. |
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