Physical activity level, depression and anxiety of physical education student.
Aim: To investigate the association of physical activity levels (PA) with the presence of anxiety and depression symptoms among undergraduate students in a higher education program. Method: This correlational, quantitative study was conducted with 180 undergraduate students in Physical Education. Th...
| Publicado en: | Revista Andaluza de Medicina del Deporte Vol. 18; no. 1; pp. 13 - 18 |
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| Autores principales: | , , |
| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Centro Andaluza de Medicina del Deporte
mar2025
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Aim: To investigate the association of physical activity levels (PA) with the presence of anxiety and depression symptoms among undergraduate students in a higher education program. Method: This correlational, quantitative study was conducted with 180 undergraduate students in Physical Education. The Hospital Anxiety and Depression Scale (HAD) and the International Physical Activity Questionnaire - Short Form (IPAQ-SF) were used. Descriptive analyses, network analysis, and ordinal logistic regression were applied to estimate associations between PA levels and symptoms of anxiety and depression. Results: The mean age was 21.84 (±3.48) years, and 51.1% were male. The 49.4% of the students presented anxiety symptoms, and 30% reported depressive symptoms. Vigorous PA showed a negative association with five of the seven HAD-D items and with one item of the HAD-A. In logistic regression, PA showed no statistically significant association with anxiety or depression, although moderate (OR=0.94; p=0.096) and vigorous PA (OR=0.93; p=0.071) showed a protective tendency for depressive symptoms. Male gender was a significant predictor of a lower risk for anxiety (OR=0.31; p<0.001). Conclusion: The prevalence of mild to severe anxiety and depressive symptoms is relevant among university students. Although PA did not show a significant association, a protective tendency was observed for moderate and vigorous PA, especially for depressive symptoms. The gender factor was consistent, reinforcing the importance of differentiated and multidimensional approaches. Objetivo: Investigar la asociación de los niveles de actividad física con la presencia de síntomas de ansiedad y depresión en estudiantes de pregrado en un programa de educación superior. Método: Este estudio cuantitativo correlacional se realizó con 180 estudiantes de pregrado de Educación Física. Se utilizaron la Escala de Ansiedad y Depresión Hospitalaria (HAD) y el Cuestionario Internacional de Actividad Física - Forma Corta (IPAQ-SF). Se aplicaron análisis descriptivos, análisis de red y regresión logística ordinal para estimar asociaciones entre los niveles de actividad física y los síntomas de ansiedad y depresión. Resultados: La edad media fue de 21,84 (±3,48) años y el 51,1% eran varones. El 49,4% de los estudiantes presentó síntomas de ansiedad y el 30% presentó síntomas depresivos. La actividad física vigorosa se asoció negativamente con cinco de los siete ítems de la HAD-D y con un ítem de la HAD-A. En la regresión logística, la actividad física no mostró una asociación estadísticamente significativa con la ansiedad o la depresión, aunque la actividad física moderada (OR=0,94; p=0,096) y vigorosa (OR=0,93; p=0,071) mostró una tendencia protectora para los síntomas depresivos. El género masculino fue un predictor significativo de un menor riesgo de ansiedad (OR=0,31; p<0,001). Conclusión: La prevalencia de síntomas de ansiedad y síntomas depresivos de moderados a severos es relevante entre los estudiantes universitarios. Aunque la actividad física no mostró una asociación significativa, se observó una tendencia protectora para la actividad física moderada y vigorosa, especialmente para los síntomas depresivos. El factor género fue consistente, lo que refuerza la importancia de los enfoques diferenciados y multidimensionales. Objetivo: Investigar a associação entre os níveis de atividade física e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de graduação de um programa de ensino superior. Método: Este estudo quantitativo correlacional foi realizado com 180 estudantes de graduação em Educação Física. Utilizaram-se a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HAD) e o Questionário Internacional de Atividade Física - Versão Curta (IPAQ-SF). Foram aplicadas análises descritivas, análise de rede e regressão logística ordinal para estimar associações entre os níveis de atividade física e os sintomas de ansiedade e depressão. Resultados: A idade média foi de 21,84 (±3,48) anos e 51,1% eram homens. Observou-se que 49,4% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade e 30% apresentaram sintomas depressivos. A atividade física vigorosa associou-se negativamente a cinco dos sete itens da HAD-D e a um item da HAD-A. Na regressão logística, a atividade física não apresentou associação estatisticamente significativa com ansiedade ou depressão, embora a atividade física moderada (OR=0,94; p=0,096) e vigorosa (OR=0,93; p=0,071) tenha mostrado uma tendência protetora para os sintomas depressivos. O gênero masculino foi um preditor significativo de menor risco de ansiedade (OR=0,31; p<0,001). Conclusão: A prevalência de sintomas de ansiedade e de sintomas depressivos moderados a graves é relevante entre estudantes universitários. Embora a atividade física não tenha apresentado associação significativa, observou-se uma tendência protetora da atividade física moderada e vigorosa, especialmente para os sintomas depressivos. O fator gênero mostrou-se consistente, reforçando a importância de abordagens diferenciadas e multidimensionais. |
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