APROXIMACIÓN GRADIENTAL A LA ORGANIZACIÓN FUNCIONAL DE LA CORTEZA PREFRONTAL HUMANA: MÁS ALLÁ DE LA HIPÓTESIS MODULAR.
Introduction. Humans can generate flexible behaviors, in which the consequence determines the behavior, thanks to anticipatory proaction processes. This behavioral versatility derives from the action of the central nervous system, within the prefrontal cortex (PFC) plays a key role. Development. Neu...
| Publicado en: | Panamerican Journal of Neuropsychology / Cuadernos de Neuropsicología Vol. 19; no. 2; pp. 09 - 19 |
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| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Cuadernos de Neuropsicologia
may-ago2025
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| Sumario: | Introduction. Humans can generate flexible behaviors, in which the consequence determines the behavior, thanks to anticipatory proaction processes. This behavioral versatility derives from the action of the central nervous system, within the prefrontal cortex (PFC) plays a key role. Development. Neurobiology has attempted to unravel the functional organization of the PFC from two theoretical frameworks. The first speculates that its operational capacity is based on its anatomical-functional architecture formed by regions responsible for different brain processes (the PFC is usually divided into three large specialized functional regions: lateral, medial and orbital). The second considers that it is organized in anatomical-functional axes or gradients (specifically, a rostro-caudal axis, a dorsal-ventral axis and a latero-medial axis). Conclusions. The division of the PFC into anatomical-functional regions imagines this brain structure as a mosaic of specialized areas. In contrast to this static division of the PFC, the axis (or gradient) approach proposes that anatomically adjacent regions are involved in similar computational processes, giving rise to gradual transitions from one process to another in a continuous and gradual trajectory. Introducción. Los seres humanos pueden generar comportamientos flexibles, en los que la consecuencia determina la conducta, gracias a procesos de proacción anticipadora. Esta versatilidad conductual deriva de la acción del sistema nervioso central, dentro del cual la corteza prefrontal (CPF) desempeña un papel clave. Desarrollo. Desde la neurobiología se ha tratado de desentrañar la organización funcional de la CPF a partir de dos marcos teóricos. El primero, especula que su capacidad operativa se fundamenta en su arquitectura anatomo-funcional formada por regiones responsables de diferentes procesos cerebrales (usualmente se divide la CPF en tres grandes regiones funcionales especializadas: lateral, medial y orbital). El segundo, considera que se organiza en ejes o gradientes anatomo-funcionales (concretamente, un eje rostro-caudal, un eje dorso-ventral y un eje latero-medial). Conclusiones. La división de la CPF en regiones anatomo-funcionales imagina esta estructura cerebral como un mosaico de zonas especializadas. Frente a esta parcelación estática de la CPF, el enfoque por ejes (o gradiental) propone que las regiones anatómicamente adyacentes intervienen en procesos computacionales similares, originándose transiciones graduales de un proceso a otro en una trayectoria continua y gradual. Introdução. Os seres humanos são capazes de gerar comportamentos flexíveis, nos quais a consequência determina a ação, graças a processos de proação antecipatória. Essa versatilidade comportamental deriva da atuação do sistema nervoso central, no qual o córtex pré-frontal (CPF) desempenha um papel fundamental. Desenvolvimento. A neurobiologia tem buscado desvendar a organização funcional do CPF a partir de dois marcos teóricos. O primeiro propõe que sua capacidade operacional está baseada em uma arquitetura anatômico-funcional composta por regiões responsáveis por diferentes processos cerebrais (o CPF costuma ser dividido em três grandes regiões funcionais especializadas: lateral, medial e orbital). O segundo considera que o CPF se organiza em eixos ou gradientes anatômico-funcionais -- especificamente, um eixo rostro-caudal, um eixo dorso-ventral e um eixo látero-medial. Conclusões. A divisão do CPF em regiões anatômico-funcionais o concebe como um mosaico de áreas especializadas. Em contraste com essa divisão estática, a abordagem baseada em eixos (ou gradientes) propõe que regiões anatomicamente adjacentes participam de processos computacionais semelhantes, gerando transições graduais e contínuas de um processo para outro ao longo desses eixos funcionais. |
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