INTERPRETING ATYPICAL EATING PRACTICES AND BEHAVIORS AS CONTRIBUTING FACTORS IN FOSTERING FAMILY RESILIENCE.
Objective: to understand Atypical Eating Practices and Behaviors as elements of the resilience process in families with children diagnosed with Autism Spectrum Disorder. Method: a qualitative study using a multiple case study approach. Twenty-five families from Ave Brazilian states participated. Dat...
| Publicado en: | Texto & Contexto Enfermagem Vol. 34; pp. 1 - 17 |
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| Autores principales: | , , , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pos-Graduacao de Enfermagem
2025
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Objective: to understand Atypical Eating Practices and Behaviors as elements of the resilience process in families with children diagnosed with Autism Spectrum Disorder. Method: a qualitative study using a multiple case study approach. Twenty-five families from Ave Brazilian states participated. Data were collected between June 2021 and August 2022 through online interviews. A general analytical strategy was employed, processing the data from scratch, along with the cross-case synthesis analytical technique. The analysis enabled the abstraction of a general theoretical explanation. Results: the following theoretical categories emerged: Atypical Eating Practices and Behaviors and Perceptions of Practices and Strategies. Assigning meaning to Atypical Eating Practices and Behaviors as elements of the family resilience process involves understanding that when families recognize and invest in key processes, share them internally and externally, they begin to normalize their children's needs regarding eating practices and behaviors. Families demonstrate that they do not limit potential based on the condition, thereby promoting the child's holistic development. The study identifies the child's autonomy and the family's organization to provide meaningful support, aiming to implement changes and strategies in daily food-related activities that include the child. Conclusion: families strive to recognize their beliefs, organization, and communication regarding their children's eating habits, seeking ways to strengthen family functioning and resilience. The theoretical framework developed in this study may be modified; however, once validated, it can be used by professionals working in clinical practice with families and in the development of interventions aimed at promoting family resilience processes. Objetivo: comprender las Prácticas y Comportamientos Alimentarios Atípicos como elementos del proceso de resiliencia en familias con hijos diagnosticados con Trastorno del Espectro Autista (TEA). Método: estudio cualitativo con enfoque de estudio de casos múltiples. Participaron veinticinco familias de cinco estados brasileños. Los datos fueron recolectados entre junio de 2021 y agosto de 2022 mediante entrevistas en línea. Se empleó una estrategia analítica general, procesando los datos desde cero, junto con la técnica de síntesis analítica entre casos. El análisis permitió abstraer una explicación teórica general. Resultados: surgieron las siguientes categorías teóricas: Prácticas y Comportamientos Alimentarios Atípicos y Percepciones de Prácticas y Estrategias. Asignar significado a las Prácticas y Comportamientos Alimentarios Atípicos como elementos del proceso de resiliencia familiar implica comprender que, cuando las familias reconocen e invierten en procesos clave, los comparten interna y externamente, comienzan a normalizar las necesidades alimentarias de sus hijos. Las familias demuestran que no limitan el potencial en función de la condición, promoviendo así el desarrollo integral del niño. El estudio identifica la autonomía del niño y la organización familiar para brindar apoyo significativo, con el objetivo de implementar cambios y estrategias en las actividades alimentarias cotidianas que incluyan al niño. Conclusión: las familias se esfuerzan por reconocer sus creencias, organización y comunicación en relación con los hábitos alimentarios de sus hijos, buscando formas de fortalecer el funcionamiento familiar y la resiliencia. El marco teórico desarrollado en este estudio puede ser modificado; sin embargo, una vez validado, puede ser utilizado por profesionales que trabajan en la práctica clínica con familias y en el desarrollo de intervenciones orientadas a promover procesos de resiliencia familiar. Objetivo: compreender as Práticas e Comportamentos Alimentares Atípicos como elementos do processo de Resiliência de Famílias com Crianças com Transtorno do Espectro Autista. Método: pesquisa qualitativa do tipo estudo de casos múltiplos. Participaram 25 famílias de cinco estados brasileiros. Os dados foram coletados entre junho de 2021 a agosto de 2022, mediante entrevistas online. Utilizou-se a estratégia analítica geral, tratando seus dados a partir do zero, e a técnica analítica da síntese de casos cruzados. A análise possibilitou a abstração de uma explicação geral teórica. Resultados: emergiram as categorias teóricas: Práticas e Comportamentos Alimentares Atípicos; Percepções sobre as práticas e Estratégias. Dar significado às Práticas e Comportamentos Alimentares Atípicos como elementos do processo de resiliência familiar, é entender que quando a família reconhece e investe nos processos-chave, os compartilham interna e externamente, passam a normalizar as necessidades dos filhos quanto às Práticas e Comportamentos Alimentares. Revelam não limitar o potencial à condição, promovendo o desenvolvimento integral da criança. Identifica-se a autonomia da criança, a organização para um apoio significativo, a fim de promover mudanças e estratégias nas atividades diárias relacionadas à alimentação incluindo a criança. Conclusão: as famílias buscam reconhecer suas crenças, organização e comunicação em relação à alimentação de seus filhos, perscrutam meios para fortalecer o funcionamento e resiliência familiar. A estrutura teórica desenvolvida neste estudo pode ser modificada, no entanto, uma vez validada, poderá ser utilizada por profissionais que atuam na prática clínica com as famílias e no desenvolvimento de intervenções voltadas para a promoção dos processos de resiliência familiar. |
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