Integrating intersectionality into occupationbased research: Reflections on methodological challenges and potential.
Since its inception in the 1970s, intersectionality has been taken up across various disciplines, drawn on as a theory, framework, guiding lens, critical tool and beyond. Despite origins in Black feminism and original applications aimed at articulating the process of marginalization of Black women,...
| Publicado en: | Brazilian Journal of Occupational Therapy / Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional Vol. 33; pp. 1 - 27 |
|---|---|
| Autores principales: | , , , |
| Formato: | Journal Article |
| Publicado: |
Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar
2025
|
| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Since its inception in the 1970s, intersectionality has been taken up across various disciplines, drawn on as a theory, framework, guiding lens, critical tool and beyond. Despite origins in Black feminism and original applications aimed at articulating the process of marginalization of Black women, intersectionality has since been acknowledged for its utility in diverse contexts. However, within occupational science and occupational therapy academic contexts specifically, intersectionality remains largely discussed in a theoretical sense with insufficient critical application of an intersectional research approach that situates diverse social markers of difference and occupations within systems of power. The purpose of this paper is to contribute to closing this gap, highlighting the challenges and potential of intersectional occupation-based research. In addition to outlining four main postulations for applying (or 'actioning') intersectionality in occupation-based research generated by the authors through engagement with theoretical and research texts, examples illustrating their own attempts to integrate an intersectional approach into our research are shared. Critical reflexivity on these examples points to alignments with an intersectionality approach and the understandings these enabled, as well as challenges and limitations in our applications. The potential and future directions of intersectionality within occupation-based research and practice are then discussed. Desde a sua criação na década de 1970, interseccionalidade tem sido adotada em várias disciplinas como teoria, referencial, lente orientadora, ferramenta crítica e muito mais. Apesar das origens no feminismo negro e das aplicações originárias estarem destinadas a articular os processos de marginalização das mulheres negras, a interseccionalidade tem sido, desde então, reconhecida pela sua utilidade em diversos contextos. Contudo, especificamente nos contextos acadêmicos da ciência ocupacional e da terapia ocupacional, a interseccionalidade permanece amplamente discutida num sentido teórico, carecendo de aplicações críticas em pesquisa, com uma abordagem interseccional que situe os diversos marcadores sociais da diferença e ocupações em articulação com os sistemas de poder. O objetivo deste artigo é contribuir para o equacionamento desta lacuna, destacando os desafios e o potencial da pesquisa interseccional baseada na ocupação. Além da proposição criada pela autoria de quatro principais postulados para aplicar (ou 'atuar') interseccionalidade em pesquisas baseadas na ocupação - dado o debruçar em textos teóricos e de pesquisa - também são compartilhados exemplos que ilustram a tentativa dos mesmos em integrar uma abordagem interseccional e suas pesquisas. A reflexividade crítica sobre estes exemplos aponta para alinhamentos com uma abordagem interseccional e os entendimentos que estes possibilitaram, bem como desafios e limites na nossa aplicação da teoria. Por fim, são discutidas as direções potenciais e futuras da interseccionalidade nas pesquisas e práticas baseadas na ocupação. |
|---|