Nursing process in an indigenous population healthcare service.
Objective: to characterize how the nursing process is applied in the Indigenous Health House, identifying the challenges, adaptations, and strategies necessary to integrate indigenous peoples’ cultural and ethnic specificities. Method: a qualitative, descriptive, and exploratory study conducted betw...
| Publicado en: | Anna Nery School Journal of Nursing / Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Vol. 29; pp. 1 - 12 |
|---|---|
| Autores principales: | , , , , , |
| Formato: | research tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Escola de Enfermagem Anna Nery
2025
|
| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Objective: to characterize how the nursing process is applied in the Indigenous Health House, identifying the challenges, adaptations, and strategies necessary to integrate indigenous peoples’ cultural and ethnic specificities. Method: a qualitative, descriptive, and exploratory study conducted between January and March 2022 in an Indigenous Health House within the Guamá-Tocantins Special Indigenous Health District, Brazil. Semi-structured interviews and content analysis were used. Results: thirteen professionals participated, including four clinical nurses and nine nursing technicians. Eight self-identified as mixed race, four as indigenous, belonging to four distinct ethnicities (Wai-Wai, Gavião, Munduruku, and Amanayé), and one as black. Emerging topics emerged regarding the nursing process organization and challenges, resulting in three categories: The nursing process in indigenous health: organization and challenges; Intercultural care in nursing practice; and Nursing team care singularities. Final considerations and implications for practice: there is a superficial alignment between intercultural care and the biomedical model, revealing a gap in the direct relationship among elements highlighted in indigenous health conferences, nursing processes, and curricular guidelines. This underscores the importance of strategies that effectively integrate the cultural and ethnic specificities of indigenous peoples into practice. Objetivo: caracterizar cómo se aplica el proceso de enfermería en la Casa de Salud Indígena, identificando desafíos, adaptaciones y estrategias para integrar las especificidades culturales y étnicas de los pueblos indígenas. Método: investigación cualitativa, descriptiva y exploratoria, realizada entre enero y marzo de 2022 en una Casa de Salud Indígena del Distrito Sanitario Especial Indígena Guamá-Tocantins, Brasil. Se realizaron entrevistas semiestructuradas y análisis de contenido. Resultados: participaron trece profesionales, entre ellos cuatro enfermeros clínicos y nueve técnicos de enfermería. Ocho se autoidentificaron como mestizos, cuatro como indígenas pertenecientes a cuatro etnias distintas (Wai-Wai, Gavião, Munduruku y Amanayé), y uno como negro. Surgieron temas emergentes sobre la organización y los desafíos del proceso de enfermería, que dieron lugar a tres categorías: El proceso de enfermería en la salud indígena: organización y desafíos; Atención intercultural en la práctica enfermera; y Singularidades de la atención del equipo de enfermería. Consideraciones finales e implicaciones para la práctica: existe una alineación superficial entre el cuidado intercultural y el modelo biomédico, con déficit en la relación directa entre elementos señalados en conferencias de salud indígena, procesos de enfermería y directrices curriculares. Se destaca la importancia de estrategias que integren efectivamente las especificidades culturales y étnicas de los pueblos indígenas en la práctica profesional. Objetivo: caracterizar como o processo de enfermagem é aplicado na Casa de Saúde Indígena, identificando os desafios, as adaptações e as estratégias necessárias para integrar as especificidades culturais e étnicas dos povos indígenas. Método: pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, realizada entre janeiro e março de 2022 em uma Casa de Saúde Indígena do Distrito Sanitário de Saúde Indígena Guamá-Tocantins, Brasil. Utilizaram-se entrevista semiestruturada e análise de conteúdo. Resultados: participaram 13 profissionais, sendo quatro enfermeiros assistenciais e nove técnicos de enfermagem. Oito se autodeclaram pardos, sendo quatro indígenas pertencentes a quatro etnias distintas (Wai-Wai, Gavião, Munduruku e Amanayé) e um negro. Surgiram temas emergentes sobre a organização e os desafios do processo de enfermagem que resultaram em três categorias: O processo de enfermagem na saúde indígena: organização e desafios; Cuidado intercultural na atuação da enfermagem; e Singularidades dos cuidados da equipe de enfermagem. Considerações finais e implicações para a prática: há um alinhamento superficial entre o cuidado intercultural e o modelo biomédico como déficit da relação direta entre elementos sinalizados nas conferências de saúde indígena, processos de enfermagem e diretrizes curriculares, destacando a importância de estratégias que integrem as especificidades culturais e étnicas dos povos indígenas efetivamente na prática. |
|---|