Trajectories of depressive symptoms in middle-aged and older adults: a longitudinal study.

Objective: to identify the trajectories of depressive symptoms in community-dwelling middle-aged and older adults before, during, and after the COVID-19 pandemic, and their relationship with age group, sleep problems, and living arrangements. Method: longitudinal study with 300 participants aged 45...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Publicado en:Anna Nery School Journal of Nursing / Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Vol. 29; pp. 1 - 10
Autores principales: Bezerra, Juliana de Oliveira, Gualdi, Ana Carolina Rodrigues, Matias, Marisa, Barbosa, Maria Raquel, Kwiatkoski, Marcelo, Luchesi, Bruna Moretti, Martins, Tatiana Carvalho Reis
Formato: research tables/charts Journal Article
Publicado: Escola de Enfermagem Anna Nery 2025
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:Objective: to identify the trajectories of depressive symptoms in community-dwelling middle-aged and older adults before, during, and after the COVID-19 pandemic, and their relationship with age group, sleep problems, and living arrangements. Method: longitudinal study with 300 participants aged 45 years and older, conducted in Family Health Units in the countryside of Mato Grosso do Sul, with data collected in 2018–2019, 2021, and 2023. The Center for Epidemiological Studies – Depression scale and questions regarding sociodemographic characteristics, sleep problems, and living arrangements were used. Results: a significant reduction in depressive symptoms was observed in the second assessment, during the pandemic, with maintenance in the following evaluation. No statistical differences were found by age group. Individuals with sleep complaints showed higher depressive symptom scores but demonstrated progressive improvement. Participants living alone presented an initial reduction in symptoms during the pandemic, followed by an increase afterward. Conclusion and implications for practice: the improvement in depressive symptoms may have occurred due to emotional adaptation to the pandemic. Factors such as sleep complaints and living alone should be considered in mental health actions aimed at older adults and individuals in the aging process.
Objetivo: identificar la evolución de los síntomas depresivos en adultos de mediana edad y mayores de la comunidad antes, durante y después de la pandemia de COVID-19, así como su relación con el grupo de edad, los problemas de sueño y la situación de vivienda. Método: estudio longitudinal con 300 participantes de 45 años o más, realizado en Unidades de Salud Familiar del interior de Mato Grosso do Sul, con recolección de datos en 2018-2019, 2021 y 2023, utilizando la escala del Centro de Estudios Epidemiológicos - Depresión (CES-D) y preguntas sobre características sociodemográficas, problemas de sueño y situación de vivienda. Resultados: se observó una reducción significativa de los síntomas depresivos en la segunda evaluación, realizada durante la pandemia, y los resultados se mantuvieron en la evaluación posterior. No se encontraron diferencias estadísticamente significativas entre los grupos de edad. Las personas con problemas de sueño presentaron puntuaciones más altas en síntomas depresivos, aunque mostraron una mejoría progresiva. Los participantes que vivían solos mostraron una reducción inicial de los síntomas durante la pandemia, seguida de un nuevo aumento después de este período. Conclusión e implicaciones para la práctica: la mejoría en los síntomas depresivos podría deberse a la adaptación emocional a la pandemia. Factores como los trastornos del sueño y vivir solo deben tenerse en cuenta en las intervenciones de salud mental dirigidas a personas mayores y en el proceso de envejecimiento.
Objetivo: identificar as trajetórias de sintomas depressivos em adultos de meia-idade e em pessoas idosas da comunidade, antes, durante e após a pandemia da COVID-19, bem como sua relação com a faixa etária, os problemas com sono e o arranjo de moradia. Método: estudo longitudinal com 300 participantes com idade igual ou superior a 45 anos, realizado em Unidades de Saúde da Família no interior de Mato Grosso do Sul, com coletas em 2018–2019, 2021 e 2023, utilizando a escala Center for Epidemiological Studies – Depression e questões de caracterização sociodemográfica, problemas de sono e arranjo de moradia. Resultados: observouse uma redução significativa nos sintomas depressivos na segunda avaliação, realizada durante a pandemia, e a manutenção dos resultados na avaliação seguinte. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre as faixas etárias. Indivíduos com queixas relacionadas ao sono apresentaram maiores escores de sintomas depressivos, embora tenham demonstrado melhora progressiva. Participantes que moravam sozinhos apresentaram redução inicial dos sintomas durante a pandemia, seguida de um novo aumento após esse período. Conclusão e implicações para prática: a melhora dos sintomas depressivos pode ter acontecido devido à adaptação emocional diante da pandemia. Fatores como as queixas de sono e o fato de morar sozinho devem ser considerados em ações de saúde mental voltadas aos indivíduos idosos e em processo de envelhecimento.