TELEHEALTH INTERVENTION EFFECTIVENESS AND ITS IMPACT ON PEOPLE WITH RHEUMATOID ARTHRITIS: AN UMBRELLA REVIEW.

Objective: To provide a rigorous synthesis drawing on available evidence from systematic reviews assessing telehealth interventions for individuals with rheumatoid arthritis. Method: This umbrella review was conducted following the Joanna Briggs Institute methodology and centers on adults diagnosed...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Publicado en:Online Brazilian Journal of Nursing Vol. 24; no. 1; pp. 1 - 9
Autores principales: Almeida Ribeiro, Ana, Mota, Mauro, Coelho, Mauro, Adriana Henriques, Maria, Cunha, Madalena
Formato: Journal Article
Publicado: Fundacao Euclides da Cunha de Apoio Institucional a UFF 2025
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:Objective: To provide a rigorous synthesis drawing on available evidence from systematic reviews assessing telehealth interventions for individuals with rheumatoid arthritis. Method: This umbrella review was conducted following the Joanna Briggs Institute methodology and centers on adults diagnosed with rheumatoid arthritis according to ACR/EULAR criteria. All telehealth modalities were included, following the definition set by the WHO in 2016. Multiple databases were consulted, ensuring rigorous study selection and validation. Results: Tele-health interventions show promise for rheumatoid arthritis self-management, with effectiveness similar to that seen in other chronic condi-tions. However, some barriers were observed, such as challenges in using technology, heterogeneity in study approaches, and limitations in platform usability. Even so, the results indicated significant improvements across multiple domains, such as physical activity, functional capacity, and medication adherence, in line with prior research. The heterogeneity found across studies indicates the need for more robust future investigations. Conclusion: Telehealth interventions show potential for managing rheumatoid arthritis, offering a safe and effective alternative to support individuals with this condition. It is essential to address the identified challenges by enhancing tool usability and spec-ificity, and by promoting rigorous research that substantiates its long-term effectiveness.
Objetivo: Realizar síntese rigorosa das evidências disponíveis, oriundas de revisões sistemáticas que avaliam as intervenções de telessaúde em pessoas com artrite reumatoide. Método: Revisão umbrella seguindo a metodologia do Joanna Briggs Institute. Foco em adultos com diagnóstico de artrite reumatoide pelos critérios ACR/EULAR. Foram incluídas todas as vertentes de telessaúde conforme a definição da OMS de 2016. Foram consultadas múltiplas bases de dados, garantindo uma seleção rigorosa e validação dos estudos. Resultados: As inter-venções de telessaúde revelaram-se promissoras no apoio à autogestão da artrite reumatoide, com evidências de eficácia semelhantes às encontradas em outras patologias crónicas. Contudo, destacaram-se barreiras, como dificuldades na utilização das tecnologias e variações nas abordagens dos estudos e usabilidade das plataformas. Ainda assim, os resultados mostraram melhorias significativas em diversas áreas, como atividade física, capacidade funcional e adesão à medicação, entre outras, alinhando-se a investigações anteriores. A heterogeneidade dos estudos sugere a necessidade de investigações futuras mais robustas. Conclusão: A telessaúde apresenta um potencial na gestão da artrite reumatoide, sugerindo uma alternativa segura e eficaz para apoiar pessoas com artrite reumatoide. É crucial abordar os desafios identificados, otimizando a usabilidade e a especificidade das ferramentas e fomentando investigações de qualidade que consolidem a sua eficácia a longo prazo.