Quality of life at work among intensive care physiotherapists: a cross-sectional study.

OBJECTIVE: To analyze the quality of work life (QWL), describe the sociodemographic and occupational profile, and identify factors associated with QWL among physiotherapists working in intensive care units (ICUs). METHOD: This was a cross-sectional study conducted with 118 ICU physiotherapists in Sa...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:Journal of Physiotherapy Research / Revista Pesquisa em Fisioterapia Vol. 15; pp. 1 - 10
Autores principales: Teixeira Matos, Janilson Matos, Duarte, Helder Brito, Santos Matos, Gilmara Oliveira, Barberino Mendes, Kristine Menezes, Melo, Reinaldo Luz, de Miranda Avena, Katia
Formato: research tables/charts Journal Article
Publicado: Journal of Physiotherapy Research / Revista Pesquisa em Fisioterapia 2025
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:OBJECTIVE: To analyze the quality of work life (QWL), describe the sociodemographic and occupational profile, and identify factors associated with QWL among physiotherapists working in intensive care units (ICUs). METHOD: This was a cross-sectional study conducted with 118 ICU physiotherapists in Salvador/BA, Brazil. A structured online questionnaire was distributed via email and social media to active professionals registered with the regional professional council. In addition to sociodemographic and occupational data, QWL was assessed using the Total Quality of Work Life-42 (TQWL-42) instrument, which evaluates the biological/physiological, psychological/behavioral, sociological/relational, economic/political, and environmental/ organizational domains, classifying them as satisfactory or unsatisfactory and indicating their trends. Comparative and associative analysis was performed by crossing scores and sociodemographic and occupational factors. RESULTS: Most participants were female (76.3%), adults (median age 34.5 years [interquartile range -- IQR 29.7--39.0]), single (44.1%), held a lato sensu postgraduate degree (82.2%), reported a monthly income between R$4,800.00 and R$12,100.00 (63.6%), did not engage in professional activities outside the hospital (56.8%), predominantly worked in public institutions (40.7%), and had a weekly workload exceeding 40 hours (65.3%). Overall QWL was considered satisfactory, with a tendency toward neutrality/insatisfaction (52.3 [IQR 46.1--60.7]). The psychological/behavioral domain was positively perceived (65.6 [IQR 56.2--75.0]), while the economic/political domain indicated the need for improvements in the work environment (37.5 [IQR 31.2--46.8]). Professionals working in private institutions presented higher scores in the biological/physiological domain (p<0.01). CONCLUSION: Despite continuous exposure to biopsychosocial risks, ICU physiotherapists rated their QWL as satisfactory, with no sociodemographic or occupational factors influencing this perception.
OBJETIVO: Analisar a qualidade de vida no trabalho (QVT), descrever o perfil sociodemográfico e ocupacional e identificar os fatores relacionados à QVT de fisioterapeutas atuantes em unidades de terapia intensiva (UTIs). MÉTODO: Estudo transversal realizado com 118 fisioterapeutas intensivistas em Salvador/BA, Brasil. Foi aplicado um questionário virtual estruturado, enviado por e-mail e redes sociais a profissionais ativos registrados no conselho profissional. Além dos dados sociodemográficos e ocupacionais, a QVT foi avaliada por meio do instrumento Total Quality of Work Life-42 (TQWL-42), que aborda os domínios biológico/fisiológico, psicológico/comportamental, sociológico/ relacional, econômico/político e ambiental/organizacional. Análise comparativa e associativa foi feita através do cruzamento entre as pontuações e fatores sociodemográficos e ocupacionais. RESULTADOS: A maioria dos participantes foi do sexo feminino (76,3%), adultos (34,5 anos [Intervalo Interquartil -- IIQ 29,7--39,0]), solteiros (44,1%), com pós-graduação lato sensu (82,2%), renda mensal entre R$4.800,00 a R$12.100,00 (63,6%), não realizavam atividades profissionais extra hospitalar (56,8%), predominantemente no serviço público (40,7%) e com carga horária superior a 40 horas semanais (65,3%). A avaliação da QVT foi considerada satisfatória, com tendência à neutralidade/insatisfação (52,3 [IIQ 46,1--60,7]). A dimensão psicológica/comportamental foi percebida de forma positiva (65,6 [IIQ 56,2--75,0]), enquanto o domínio econômico/político indicou necessidade de melhorias no ambiente de trabalho desses profissionais (37,5 [IIQ 31,2--46,8]). Profissionais de instituições privadas apresentaram escores mais elevados no domínio biológico/fisiológico (p<0,01). CONCLUSÃO: Apesar da exposição contínua a riscos biopsicossociais, os fisioterapeutas intensivistas consideraram sua QVT satisfatória, sem que fatores sociodemográficos e ocupacionais influenciassem essa percepção.