Correlação entre as variáveis estabilométricas e os testes funcionais utilizados na avaliação do risco de queda da pessoa idosa.

Introduction: The elderly population in Brazil has become increasingly significant, demonstrating rapid growth. The age pyramid reveals a significant demographic transition, especially when compared to periods prior to the current decade. Several sociodemographic factors contribute to this scenario,...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:Fisioterapia Brasil Vol. 27; no. 2; pp. 3157 - 3169
Autores principales: Ribeiro Santarém, Raynan dos Santos, da Mota Braz, Bruno Emanuel Moreira, da Silva Melo, Gustavo Miguel, Morais Brito, João Victor, Vieira Browne, Rodrigo Alberto, Carvalho, Gustavo de Azevedo
Formato: research tables/charts Journal Article
Publicado: Atlantica Editora 2026
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:Introduction: The elderly population in Brazil has become increasingly significant, demonstrating rapid growth. The age pyramid reveals a significant demographic transition, especially when compared to periods prior to the current decade. Several sociodemographic factors contribute to this scenario, such as the decline in birth rates and, to an even greater extent, the increase in the number of adults and elderly individuals. Falls in this population can lead to various health problems, including increased mortality rates. Various functional tests are used to assess fall risk, and stabilometry emerges as a promising, easily applicable technological tool that can significantly contribute to the functional diagnosis of these individuals. Objective: Stabilometric variables were correlated with the functional tests used to assess fall risk in elderly individuals. Methods: This observational cross-sectional study evaluated 84 elderly individuals, aged 70.7 ± 7.5 years, with the majority of the sample (57) being women. Participants underwent a functional assessment consisting of the following tests: Mini-Mental State Examination (MMSE), Timed Up and Go (TUG), Functional Reach Test (FRT), Falls Efficacy Scale-International (FES-I), Berg Balance Scale (BBS), Gait Speed Test (GST), Handgrip Strength (HGS), and stabilometric assessment. Results: There was a negative and significant correlation between the BBS score and all stabilometric variables, except for the center of pressure and anteroposterior velocity (APV). In addition, a positive and significant correlation was observed between the TUG and all stabilometric variables. Conclusion: There was a correlation between the main functional tests used to assess fall risk in older adults and the stabilometric variables.
Introdução: O contingente de pessoas idosas no Brasil tem se tornado cada vez mais expressivo dentro da população, deixando evidente um crescimento acelerado. A pirâmide etária revela uma transição demográfica significativa, especialmente quando comparada a períodos anteriores à década atual. Diversos fatores sociodemográficos contribuem para esse cenário, como a queda nas taxas de natalidade e, em proporção ainda maior, o aumento no número de adultos e pessoas idosas. A ocorrência de quedas nessa população pode acarretar diversos comprometimentos à saúde, incluindo o aumento da taxa de mortalidade. Para avaliar o risco de quedas, diversos testes funcionais são utilizados, e a estabilometria surge como uma ferramenta tecnológica promissora, de fácil aplicabilidade, que pode contribuir significativamente para o diagnóstico funcional desses indivíduos. Objetivo: Correlacionou-se as variáveis estabilométricas com os testes funcionais utilizados na avaliação do risco de queda da pessoa idosa. Métodos: Estudo transversal observacional, foram avaliadas 84 pessoas idosas, com idade de 70,7 ± 7,5 anos, maior parte da amostra composta por mulheres 67,9% (57). Os participantes foram submetidos a uma avaliação funcional composta pelos seguintes testes: Miniexame de Estado Mental (MEEM), Timed Up And Go (TUG), Teste de Alcance Funcional (TAF), Escala de Eficácia de Quedas Internacional (FES-I), Escala de Equilíbrio de Berg (BBS), Teste de Velocidade de Marcha (TVM), Força de Preensão Manual (FPM) e avaliação estabilométrica. Resultados: Houve correlação negativa e significativa entre o escore de BBS e todas as variáveis estabilométricas, exceto para o centro de pressão da velocidade ântero-posterior (VAP), além disso foi observada correlação positiva e significativa entre o TUG e todas as variáveis estabilométricas. Conclusão: Houve correlação entre os principais testes funcionais utilizados para avaliação do risco de queda na pessoa idosa e as variáveis estabilométricas.