Association between social disadvantage and falls in older adults: a longitudinal study.
Introduction: The deterioration of social determinants of health across the life course may act as a relevant factor in increasing the risk of frailty and falls, thereby exacerbating social and health problems. Objective: To analyze whether social disadvantages experienced during different stages of...
| Published in: | Revista Cuidarte Vol. 17; no. 1; pp. 1 - 15 |
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| Main Authors: | , , , , |
| Format: | research tables/charts Journal Article |
| Published: |
Universidad de Santander
jan-apr2026
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| Summary: | Introduction: The deterioration of social determinants of health across the life course may act as a relevant factor in increasing the risk of frailty and falls, thereby exacerbating social and health problems. Objective: To analyze whether social disadvantages experienced during different stages of life are associated with the occurrence of falls among older adults. Materials and Methods: A prospective study was conducted based on the Seniors-ENRICA-1 cohort, including 2,501 Spanish participants aged 60 years or older. Falls and falls requiring medical attention were considered the study outcomes. Exposure was defined as the level of lifelong social disadvantage, assessed across childhood, youth, adulthood, and old age. Bivariate analyses and logistic regression models adjusted for sociodemographic, clinical, and lifestyle variables were applied. Results: Individuals with low educational attainment were 1.4 times more likely to experience a fall compared to those with higher education. Additionally, individuals without an occupation in adulthood had an 80% higher probability of falling. No significant associations were found with the father's occupation or with household conditions in old age. Discussion: There is agreement that falls in older adults are associated with accumulated social inequalities, especially low educational attainment and occupation. Variables such as age, lifestyle, and medication use also have an influence. The socioeconomic situation is analyzed from an alternative perspective. Conclusion: Accumulated disadvantages in education and occupation increase the risk of falls in older adults. Introducción: El deterioro de los determinantes sociales de la salud a lo largo del curso de vida puede incidir como factor relevante en el aumento del riesgo de fragilidad y caídas agravando los problemas sociales y sanitarios. Objetivo: Analizar si las desventajas sociales experimentadas durante distintas etapas de la vida se asocian con la ocurrencia de caídas en personas mayores. Materiales y Métodos: Estudio prospectivo basado en la cohorte ENRICA Senior I, con 2.501 participantes españoles de 60 años o más. Se consideraron como desenlaces las caídas y las caídas que requirieron atención médica; y como exposición, el nivel de desventaja social a lo largo de la vida, evaluado en infancia, juventud, adultez y vejez. Se aplicaron análisis bivariados y modelos de regresión logística ajustados por variables sociodemográficas, clínicas y de estilo de vida. Resultados: Las personas con nivel educativo bajo presentaron 1,4 veces más probabilidad de caerse respecto a quienes tenían estudios superiores; quienes no contaban con ocupación en la adultez mostraron un 80% más de probabilidad de caída. No se hallaron asociaciones significativas con la ocupación del padre ni con las condiciones del hogar en la vejez. Discusión: Hay concordancia en que las caídas en adultos mayores están asociadas a desigualdades sociales acumuladas, especialmente bajo nivel educativo y la ocupación, variables como edad, estilo de vida y consumo de medicamentos también influyen. La situación socioeconómica cuenta con una perspectiva alternativa de análisis. Conclusión: Desven-tajas acumuladas en educación y la ocupación incrementan el riesgo de caídas en adultos mayores. Introdução: A deterioração dos determinantes sociais da saúde ao longo da vida pode contribuir significativamente para o aumento do risco de fragilidade e quedas, exacerbando problemas sociais e de saúde. Objetivo: Analisar se as desvantagens sociais vivenciadas em diferentes fases da vida estão associadas à ocorrência de quedas em idosos. Materiais e Métodos: Estudo prospectivo baseado na coorte ENRICA Senior I, com 2.501 participantes espanhóis com 60 anos ou mais. Os desfechos incluíram quedas e quedas que necessitaram de atendimento médico; a exposição foi definida como o nível de desvantagem social ao longo da vida, avaliado na infância, juventude, idade adulta e velhice. Foram aplicadas bivariadas e modelos de regressão logística ajustados para variáveis sociodemográficas, clínicas e de estilo de vida. Resultados: Indivíduos com baixa escolaridade apresentaram 1,4 vezes mais probabilidade de sofrer quedas do que aqueles com maior escolaridade; aqueles que estavam desempregados na idade adulta apresentaram uma probabilidade 80% maior de sofrer quedas. Não foram encontradas associações significativas com a ocupação do pai ou com as condições de moradia na velhice. Discussão: Há consenso de que as quedas em idosos estão associadas a desigualdades sociais acumuladas, especialmente baixa escolaridade e ocupação. Variáveis como idade, estilo de vida e uso de medicamentos também desempenham um papel importante. O status socioeconômico oferece uma perspectiva alternativa para análise. Conclusão: As desvantagens acumuladas na educação e na ocupação aumentam o risco de quedas em idosos. |
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