PERCEPÇÃO DE PACIENTES PEDIÁTRICOS ONCOLÓGICOS SOBRE QUALIDADE DE VIDA EM CUIDADOS PALIATIVOS: REVISÃO DE ESCOPO.
Objective: To explore how pediatric cancer patients who enter exclusive palliative care perceive their illness and quality of life, identifying the main factors influencing this experience. Method: This is a scoping review conducted according to the Joanna Briggs Institute guidelines and structured...
| Publicado en: | Enfermagem Atual in Derme Vol. 100; no. 2; pp. 1 - 16 |
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| Autores principales: | , , , , , , , |
| Formato: | research systematic review tables/charts Journal Article |
| Publicado: |
Enfermagem Atual in Derme
abr-jun2026
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Objective: To explore how pediatric cancer patients who enter exclusive palliative care perceive their illness and quality of life, identifying the main factors influencing this experience. Method: This is a scoping review conducted according to the Joanna Briggs Institute guidelines and structured following the PRISMA-ScR checklist. Studies published between 2020 and 2025 were included, sourced from PubMed, Scielo, and Web of Science databases. Article selection was independently performed by two reviewers, with descriptive data analysis and methodological appraisal using a validated tool. Results: Of the 249 studies identified, 12 were included. The evidence revealed seven main categories: difference in perception between children and parents, symptoms and suffering, emotional and psychological aspects, impact of early palliative care introduction, advance care planning, perceived quality of life, and the importance of communication with professionals. Children often presented a more positive view than their parents, valuing autonomy and emotional support. Conclusion: Children's perceptions of their condition should be taken into account in care decisions, reinforcing the importance of active listening, sensitive communication, and strategies that promote quality of life from the initiation of palliative care. Objetivo: Explorar cómo es la percepción de los pacientes pediátricos con cáncer que ingresan a cuidados paliativos exclusivos en relación con su enfermedad y calidad de vida, identificando los principales factores que influyen en esta vivencia. Método: Revisión de alcance conforme a las directrices del Instituto Joanna Briggs y al checklist PRISMA-ScR. Se incluyeron estudios publicados entre 2020 y 2025, localizados en PubMed, Scielo y Web of Science. La selección fue realizada por dos revisores de forma independiente, con análisis descriptivo de los datos y evaluación metodológica mediante instrumento validado. Resultados: De los 249 estudios identificados, 12 fueron incluidos. Las evidencias se agruparon en siete categorías: diferencias de percepción entre niños y padres, síntomas y sufrimiento, aspectos emocionales, impacto de la introducción temprana de cuidados paliativos, planificación anticipada, calidad de vida percibida y comunicación con profesionales. Se observó que los niños tienden a expresar una visión más positiva que la de sus padres, con énfasis en la autonomía y el apoyo emocional. Conclusión: La percepción de los niños debe integrarse en las decisiones de cuidado, destacando la necesidad de comunicación sensible, escucha activa y estrategias que promuevan calidad de vida desde el inicio de los cuidados paliativos. Objetivo: Explorar como é a percepção de pacientes pediátricos com câncer que ingressam em cuidados paliativos exclusivos em relação à sua doença e qualidade de vida, identificando os principais fatores que influenciam essa vivência. Método: Trata-se de uma revisão de escopo conduzida conforme as diretrizes do JBI e estruturada segundo o checklist PRISMA-ScR. Foram incluídos estudos publicados entre 2020 e 2025, extraídos das bases PubMed, Scielo e Web of Science. A seleção dos artigos foi realizada de forma independente por dois revisores, com análise descritiva dos dados e avaliação metodológica por instrumento validado. Resultados: Do total de 249 estudos identificados, 12 foram incluídos. As evidências revelaram sete categorias principais: diferença na percepção entre crianças e pais, sintomas e sofrimento, aspectos emocionais e psicológicos, impacto da introdução precoce dos cuidados paliativos, planejamento antecipado de cuidados, qualidade de vida percebida e importância da comunicação com profissionais. Crianças frequentemente apresentaram uma visão mais positiva que seus pais, valorizando autonomia e suporte emocional. Conclusão: A percepção das crianças sobre sua condição deve ser considerada nas decisões de cuidado, reforçando a importância de uma escuta ativa, comunicação sensível e estratégias que promovam qualidade de vida desde a introdução dos cuidados paliativos. |
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