Socioeconomic factors, rurality, and their impact on academic and physical performance in Chilean students.

This cross-sectional study analyzed the relationship between socioeconomic status (SES, rurality, and both academic achievement (reading, mathematics, and science grades) and physical fitness metrics (BMI, waist circumference, SRT phases, VO2max, flexibility, standing long jump, and arm flexion) in...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:Brazilian Journal of Kineanthropometry & Human Performance Vol. 27; no. 1; pp. 1 - 11
Autores principales: de Souza-Lima, Josivaldo, Yáñez-Sepúlveda, Rodrigo, Giakoni-Ramírez, Frano, Muñoz-Strale, Catalina, Alarcon-Aguilar, Javiera, Parra-Saldias, Maribel, Duclos-Bastias, Daniel, Godoy-Cumillaf, Andres, Valdivia-Moral, Pedro
Formato: research tables/charts Journal Article
Publicado: Brazilian Journal of Kineanthropometry & Human Performance 2025
Acceso en línea:Ver este registro en EBSCOhost
Descripción
Sumario:This cross-sectional study analyzed the relationship between socioeconomic status (SES, rurality, and both academic achievement (reading, mathematics, and science grades) and physical fitness metrics (BMI, waist circumference, SRT phases, VO2max, flexibility, standing long jump, and arm flexion) in 11,981 eighth-grade students (50% female, mean age 14.51 ± 1.00) from the 2013 Chilean National Physical Education Survey (SIMCE). Linear transformation converted academic scores to the 1--7 Chilean grade scale. Pearson correlations and ANOVA tests (with Bonferroni post-hoc) were performed on Python. Strong positive correlations were found between SES and academic grades (r = 0.56--0.70, p < 0.01), whereas rurality showed negative correlation with math and science performance (p < 0.05). Physical performance showed minimal correlation with SES or rurality, but notable gender differences emerged, particularly in flexibility and jump tests. These findings underscore the role of SES in academic success, while rurality has a subtler effect. Physical performance disparities are better explained by biological sex than social factors. We advocate for equity-focused educational and physical fitness interventions, especially in rural and low-SES populations. Longitudinal studies are needed to explore causal pathways and optimize resource allocation in schools.
Este estudo transversal analisou a relação entre status socioeconômico (SES), ruralidade e tanto o desempenho acadêmico (notas em leitura, matemática e ciências) quanto os indicadores de aptidão física (IMC, circunferência da cintura e fases do teste de corrida de 20 metros (SRT), VO2 max, flexibilidade e salto horizontal parado e flexão de braço) em 11.981 estudantes do 8o ano (50% do sexo feminino, idade média de 14,51 ± 1,00 anos), participantes da Pesquisa Nacional de Educação Física do Chile de 2013 (SIMCE). As notas acadêmicas foram convertidas para a escala chilena de 1 a 7 por meio de transformação linear. Correlações de Pearson e testes ANOVA (com pós-teste de Bonferroni) foram realizados utilizando o software Python. Foram encontradas correlações positivas fortes entre SES e notas acadêmicas (r = 0,56--0,70, p < 0,01), enquanto a ruralidade se correlacionou negativamente com o desempenho em matemática e ciências (p < 0,05). O desempenho físico apresentou correlação mínima com SES ou ruralidade, mas surgiram diferenças de gênero notáveis, especialmente nos testes de flexibilidade e salto. Esses achados ressaltam o papel do SES no sucesso acadêmico, enquanto a ruralidade tem um efeito mais sutil. As disparidades no desempenho físico são mais bem explicadas por fatores biológicos do que sociais. Defendemos intervenções educacionais e de aptidão física com foco na equidade, especialmente para populações rurais e de baixo SES. Estudos longitudinais são necessários para explorar os caminhos causais e otimizar a alocação de recursos nas escolas.