| Notas: | A importńcia do combate ̉corrupȯ̂, especialmente no mais alto escalô do Executivo e do Legislativo e a percepȯ̂ popular de corrupȯ̂ generalizada, associada ̉sensaȯ̂ de impunidade com relaȯ̂ aos crimes de colarinho branco no Brasil – e, em particular, com relaȯ̂ aos crimes contra a administraȯ̂ pb︢lica, tm̊ motivado discusse̳s na sociedade civil, na academia, na md̕ia, nas redes sociais e na polt̕ica, em ḿbito nacional, acerca da convenin̊cia e eficin̊cia do foro privilegiado. Estudos empr̕icos sobre a atuaȯ̂ dos tribunais brasileiros no julgamento de casos do foro privilegiado sô escassos. A falta de estudos empr̕icos – sobretudo de natureza quantitativa – com base na realidade brasileira faz com que os debates assumam um cart̀er de importaȯ̂ de modelos ou altamente ideologizado. A questô, portanto, :̌ na prt̀ica, como se d ̀o processamento e julgamento de pessoas com foro privilegiado? Neste breve estudo, nosso objetivo ̌contribuir com dados empr̕icos quantitativos para responder essa pergunta com relaȯ̂ ̉atuaȯ̂ do Supremo Tribunal Federal. Nô temos por objetivo levantar dados sobre a tramitaȯ̂ de crimes similares em outros tribunais ou na 1® instńcia, assim como tambm̌ nô realizamos quaisquer comparaė̳s entre essas instńcias e o Supremo ou com experin̊cias internacionais e a brasileira. |