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|a As relaė̳s trabalhistas sô, por demais, dinḿicas, porquanto diretamente influenciadas por uma movimentaȯ̂ intrn̕seca ao prp̤rio capitalismo, cujo perfil, como ̌cediȯ, remodela-se ̉luz das contingn̊cias e enfrentamentos de cada momento histr̤ico. Disso resulta a indiscutv̕el necessidade de se acompanhar os passos da conformaȯ̂ socioe-conm̥ica do capital tambm̌ mediante atenta observaȯ̂ do mundo do trabalho, o que leva o estudioso do tema a se debruȧr, com cin̊cia e conscin̊cia, entre outras frentes de trabalho, sobre as especf̕icas expresse̳s jurd̕icas que se destinam a reger tô complexa faceta da realidade humana. Por certo, esse movimento reflexivo deve ser pautado, sobre-tudo, na mantenȧ dos significativos avanȯs civilizatr̤ios historicamente conquistados no campo juslaboral, merc ̊da peculiar estruturaȯ̂ havida nos liames jurd̕ico-trabalhistas, a envolver, a um s ̤tempo, de regra, partc̕ipes hipossuficientes e crďitos de natureza alimentar. No Brasil, os l︢timos “passos” legislativos na regulaȯ̂ dessa temt̀ica – seguindo praticamente na mesma toada do que se visualiza no plano internacional – tm̊ nos forȧdo a estabelecer diuturna clivagem crt̕ico-cientf̕ica sobre as diversas propostas e mesmo realizaė̳s por aqui j ̀levadas a cabo no plano legiferante, refletindo a respeito de suas causas, assimilando seus contornos e ponderando acerca de seus possv̕eis efeitos perante nossa realidade social. Foram esses os props̤itos que nos impulsionaram ̉realizaȯ̂ deste projeto, que materializa, sem sombra de dv︢ida, mais um importante esforȯ cientf̕ico-acadm̊ico da combativa Amatra 8 no anseio por um mundo mais justo e civilizado, o que decerto s ̤poder ̀ser alcanȧdo dentro de marcos jurd̕ico-laborativos firmemente compromissados com a dignidade do ser humano que trabalha. Que a leitura desta coletńea seja mais um passo na construȯ̂ dessa realidade.
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