| Notas: | Nas l︢timas dčadas, especialmente com o acirramento da competitividade, das presse̳s por maior produtividadee cumprimento de metas, das relaė̳s conflitivas interpessoais, das expectativas e frustraė̳s profissionais, entre outros fatores, tem-se verificado, no meio laboral, a efervescn̊cia de uma condiȯ̂ cln̕ica, chamada Sn̕drome de Burn-Out (ou Sn̕drome do Esgotamento Profissional). Nesta obra, optamos pela denominaȯ̂ ‘burn-out” (com hf̕en), j ̀seguindo a proposta da Organizaȯ̂ Mundial de Sad︢e (OMS) consubstanciada na nova CID-11 (Internacional Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems 11th Revision), que entrar ̀em vigor em 2022. Essa denominaȯ̂ provm̌ da ln̕gua inglesa (to burn: arder, queimar; out: at ̌o fim). Literalmente, significa “queimar at ̌a chama desvanecer”, dando a ideia de um “fogo que vai se apagando aos poucos, at ̌definitivamente cessar”. Figurativamente, designa algo que vai sendo consumido (que vai deixando de funcionar) at ̌ ̉exaustô total. Tambm̌ conhecida como Sn̕drome do Esgotamento Profissional, a Sn̕drome de Burn-Out ̌definida como um estado fs̕ico e mental de profunda extenuaȯ̂, que se desenvolve em decorrn̊cia de exposiȯ̂ significativa a situaė̳s de alta demanda no ambiente de trabalho. Convidamos todos leitores os para um estudo multidisciplinar de um tema que est,̀ e cada vez mais estar,̀ em evidn̊cia no mundo moderno. |