| Notas: | H,̀ como sabem os que acompanham os debates sobre gestô coletiva, diversas polm̊icas (sendo muitas excessivas e infundadas) sobre tal forma de gestô, sendo o trabalho analisado mais um estudo importante notadamente em um momento em que ̌preparada a consolidaȯ̂ de diversas propostas para um anteprojeto que ser ̀apresentado pela Secretaria de Direitos Autorais do Ministřio da Cidadania. Os avanȯs da tecnologia permitiram a gravaȯ̂ de obras musicais com um bom padrô de qualidade fora dos estd︢ios das gravadoras tradicionais bem como a possibilidade de distribuiȯ̂ por meios anteriormente indisponv̕eis, o que exigiu tanto das gravadoras como das editoras uma nova configuraȯ̂, em que – sobretudo as l︢timas – foram utilizadas como uma maneira de compensar as perdas sofridas no mercado digital de ms︢ica. O debate sobre novas formas de remuneraȯ̂, o que atualmente inclui aplicativos como o Spotify, o Deezer e o Tidal, demonstram a necessidade de reequilibrar os interesses dos autores e dos editores assim como dos intřpretes executantes e produtores musicais (sendo os l︢timos titulares de direitos de conexos). A proposta do autor, de forma bastante coerente, foi a de estabelecer uma anl̀ise dos problemas atuais e nô de solucion-̀los, o que denota a conscin̊cia de que soluė̳s surgirô somente de um longo processo de maturaȯ̂ e de acomodaȯ̂ dos diversos interesses envolvidos. |