Por que uma Ciência Ocupacional na América Latina? Possíveis relações com a Terapia Ocupacional com base em uma perspectiva pragmatista

O presente ensaio aborda a Ciência Ocupacional com base na história hegemônica e (re)conhecida da terapia ocupacional no mundo, a partir da qual nos perguntamos: “Por que uma Ciência Ocupacional na América Latina?”. Para responder a tal questionamento, apresentamos uma perspectiva crítica sobre a Ci...

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Bibliographic Details
Main Author: Morrison, Rodolfo
Other Authors: Regina Silva, Carla, Wertheimer, Luciana, Lopes Correia, Ricardo
Format: Analitica de revista
Language:Spanish
Published: Brasil : Universidade Federal de São Carlos, 2021.
Subjects:
Online Access:Acceso electrónico al documento

MARC

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500 |a En: Cuadernos Brasileños de Terapia Ocupacional, volumen 29, 2021. ISSN: 25268910. 
500 |a Sitio visitado https://www.scielo.br/j/cadbto/a/f8FVw6ffpvRXgzJF4Bx87Gg/?lang=pt el 10 de mayo de 2020. 
520 |a O presente ensaio aborda a Ciência Ocupacional com base na história hegemônica e (re)conhecida da terapia ocupacional no mundo, a partir da qual nos perguntamos: “Por que uma Ciência Ocupacional na América Latina?”. Para responder a tal questionamento, apresentamos uma perspectiva crítica sobre a Ciência Ocupacional, resgatando evidências sobre a sua institucionalização, discursos e rebatimentos à validação e à identidade da Terapia Ocupacional. Com isso, verificamos semelhanças e distinções entre ambas as disciplinas, considerando, sobretudo, que os estudos da e sobre a ocupação humana sempre existiram mesmo antes de sua criação. Isso nos permite afirmar que não há uma relação de dependência da Terapia Ocupacional com a Ciência Ocupacional, como nos discursos iniciais de sua criação. No entanto, devemos considerar que ambas são complementares e não dependentes, e que, juntas ou separadas, direcionam-se para as transformações sociais. Parece-nos que no contexto da América Latina essa compreensão não é uma realidade, visto que o engendramento das questões que ainda mantêm o status de “crise identitária” da Terapia Ocupacional dificulta a compreensão de outros mecanismos de leitura sobre as histórias e fundamentos da área, como os processos de colonização e de confronto e reconhecimento de nossas bases epistêmicas. 
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