DIÁLOGOS ENTRE CLÍNICA E NEUROPSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL: DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DAS FUNÇÕES SUPERIORES DE ADOLESCENTES COM DIFICULDADES ESCOLARES.

The objective of this study is to discuss how the historical-cultural clinic and the historical-cultural neuropsychology has been working with adolescents with learning difficulties, with the aim of transforming the activity of individuals to their full development. The theories of Vygotsky and Luri...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Publicado en:Panamerican Journal of Neuropsychology / Cuadernos de Neuropsicología Vol. 19; no. 2; pp. 20 - 33
Autores principales: Belém, Ana Ignez, Solovieva, Yulia, Neto, José da Silva Oliveira
Formato: Artículo
Publicado: Cuadernos de Neuropsicologia may-ago2025
Materias:
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Descripción
Sumario:The objective of this study is to discuss how the historical-cultural clinic and the historical-cultural neuropsychology has been working with adolescents with learning difficulties, with the aim of transforming the activity of individuals to their full development. The theories of Vygotsky and Luria were used as an idea to understand development in the period of adolescence and its crisis. Several intervention strategies were presented in psychological functions, based on the modification and analysis of school activities. The studies show that the historical-cultural clinic is that the difficulties of learning should not be seen as a destination, something is inmutable. They are challenges that can be faced with proper intervention.Por el contrario, son retos que pueden ser afrontados con una intervención adecuada. By recognizing the importance of social, cultural, and emotional interactions in cognitive development, we can develop more effective and inclusive educational practices that enable adolescents with learning disabilities to advance their developmental potential as active, critical, autonomous, and entitled.
El objetivo de este estudio es discutir cómo la clínica histórico-cultural y la neuropsicología histórico-cultural han venido trabajando con adolescentes con dificultades de aprendizaje, con el fin de transformar la actividad de los individuos para su pleno desarrollo. Se utilizaron las teorías de Vygotsky y Luria como eje para comprender el desarrollo en el período de la adolescencia y sus crisis. Se presentaron varias estrategias de intervención en las funciones psicológicas, basadas en la modificación y análisis de las actividades escolares. Los estudios muestran que la clínica histórico-cultural señala que las dificultades de aprendizaje no deben ser vistas como un destino, algo fijo o inmutable. De hecho son retos que pueden ser afrontados con una intervención adecuada. Al reconocer la importancia de las interacciones sociales, culturales y emocionales en el desarrollo cognitivo, podemos desarrollar prácticas educativas más efectivas e inclusivas que permitan que los adolescentes con dificultades de aprendizaje puedan Avanzar en su potencial de desarrollo como individuos activos, críticos, autónomos y llenos de derechos.
O objetivo do estudo é discutir como a clínica histórico-cultural e a neuropsicologia histórico-cultural tem trabalhado com adolescentes com dificuldades de aprendizagem, no sentido de transformar a atividade dos indivíduos para o seu pleno desenvolvimento. Utilizou-se as teorias de Vigotski e de Luria como base para compreende o desenvolvimento no período da adolescência e suas crises. Foram apresentadas várias estratégias de intervenção nas funções psicológicas, a partir da modificação e análise das atividades escolares. Os estudos mostram que a clínica histórico-cultural aponta que as dificuldades de aprendizagem não devem ser vistas como um destino, algo fixo ou imutável. Ao contrário, são desafios que podem ser enfrentados com a intervenção adequada. Ao reconhecer a importância das interações sociais, culturais e emocionais no desenvolvimento cognitivo, podemos desenvolver práticas educacionais mais eficazes e inclusivas, que possibilitem aos adolescentes com dificuldades de aprendizagem avançarem em seus potenciais de desenvolvimento como indivíduos ativos, críticos, autônomos e plenos de direitos.