Alteridade e geografía escolar: Uma leitura das práticas curriculares nos primeiros anos do ensino fundamental
O trabalho tem por objetivo compreender o pensamento das professoras sobre o currñiculo de geografía dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para tanto, a pesquisa foi realizada utilizando as anotações contidas no Registros de Classe de um grupo de profesoras de uma escola pública do Rio de Janeiro...
| Autor principal: | |
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| Lenguaje: | español |
| Publicado: |
Universidad Academia de Humanismo Cristiano
2017
|
| Acceso en línea: | https://revistas.academia.cl/index.php/esp/article/view/336 |
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| description | O trabalho tem por objetivo compreender o pensamento das professoras sobre o currñiculo de geografía dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para tanto, a pesquisa foi realizada utilizando as anotações contidas no Registros de Classe de um grupo de profesoras de uma escola pública do Rio de Janeiro, bem como entrevistas semi-estructuradas, seguindo o modelo metodológico apontado por Zabalza (1994) e Gvirtz & Larrondo (2008). Acreditamos que só compreenderemos o pensamento das professoras se nos colocarnos em seu espaçotempo de prácticas pedagógicos e curriculares, em busca da compreensão da alteridade nesse nivel de escolaridade. A análise dos “Registros” e das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental (1998), em que o componente curricular Estudos Sociais foi transformando em guas disciplinas independentes (Geografia e História), as prácticas pedagógicas e curriculares continuam fincadas na tradição do ensino dos Estudos Sociais. Também verificamos o completo estranhamento aos documentos curriculares oficiais atuais, preservando continuidade em relação aos conteúdos curriculares propostos na antiga Educação Moral e Cívica, fundamentalmente no que diz respeito às datas conmemorativas. Também identificamos incertezas no enquadramento de contéudos emergentes, sobretudo aqueles ligados ao meio-ambiente e questões urbanas, que ora aparecem como de ciencias, ora de geografía, ora de história, produzindo conflictos curriculares internos (Goodson, 2001). Por fim, identificamos que o raciocinio espacial não é almejado pelas professoras quando realizam as actividades diagnósticas junto aos alunos, e muito menos aparece sistematizando no planejamento e nas propostas de avaliação, limitando-se, na mainoria das vezes as meras referências da datas comemorativas.PALABRAS-CHAVE: alteridade, Geografia Escolar, anos iniciais do ensino fundamental; currículo, Registros de Classe. |
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