Sentido, sujeto y formación.
This paper explores the pedagogical implications of Mikhail Bakhtin's theory around three fundamental notions: meaning, subject, and education. Based on a critique of modern conceptions of language and subject as closed and objective entities, it proposes a dialogical, ethical, and evaluative perspe...
| Publicado en: | Enunciación Vol. 30; no. 1; pp. 137 - 151 |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Revista Enunciacion
ene-jun2025
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | This paper explores the pedagogical implications of Mikhail Bakhtin's theory around three fundamental notions: meaning, subject, and education. Based on a critique of modern conceptions of language and subject as closed and objective entities, it proposes a dialogical, ethical, and evaluative perspective that recognizes the complexity of the educational event. Meaning is understood as a historical, enunciative, and situated construction that manifests itself at the intersection of meanings, values, and ideological accents. In this framework, the subject is not a finished entity, but rather an open, intersubjective, and interobjective configuration that is constituted in relation to the other and the Other--culture--in a process of extraposition and dialogue. From this architecture, education is conceived as an ethically committed practice of meaning, where cognitive, aesthetic, and volitional dimensions are articulated. Understanding, in this context, is not only an intellectual act, but an ethical event that allows the subject to situate themselves, take responsibility, and project themselves into the world. Consequently, a critical pedagogy is proposed that recognizes the word as a means of transformation, difference as a source of meaning, and knowledge as a relational and historical practice. Thus, education ceases to focus on the transmission of content and instead orients itself toward the formation of responsible, heteronomous, and dialogical subjects, capable of inhabiting the world from a situated consciousness that is plural and open to the other. Este artículo explora las implicaciones pedagógicas de la teoría de Mijaíl Bajtín en torno a tres nociones fundamentales: el sentido, el sujeto y la formación. A partir de una crítica a las concepciones modernas del lenguaje y del sujeto, como entidades cerradas y objetivas, se propone una perspectiva dialógica, ética y valorativa que reconoce la complejidad del acontecimiento educativo. El sentido se entiende como una construcción histórica, enunciativa y situada, que se manifiesta en el cruce de significados, valores y acentos ideológicos. En este marco, el sujeto no es una entidad acabada, sino una configuración abierta, intersubjetiva e interobjetiva, que se constituye en relación con el otro y lo Otro --la cultura-- en un proceso de extraposición y diálogo. Desde esta arquitectura, la formación se concibe como una práctica de sentido éticamente comprometida, donde se articulan dimensiones cognitivas, estéticas y volitivas. La comprensión, en este contexto, no es solo un acto intelectual, sino un acontecimiento ético que le facilita al sujeto situarse, responsabilizarse y proyectarse en el mundo. En consecuencia, se plantea una pedagogía crítica que reconoce la palabra como medio de transformación, la diferencia como fuente de sentido, y el conocimiento como una práctica relacional e histórica. Así, la educación deja de centrarse en la transmisión de contenidos para orientarse hacia la formación de sujetos responsables, heterónomos y dialogantes, capaces de habitar el mundo desde una conciencia situada, plural y abierta al otro. Este artigo explora as implicações pedagógicas da teoria de Mikhail Bakhtin em torno de três noções fundamentais: o sentido, o sujeito e a formação. A partir de uma crítica às concepções modernas da linguagem e do sujeito como entidades fechadas e objetivas, propõe-se uma perspectiva dialógica, ética e valorativa que reconhece a complexidade do acontecimento educativo. O sentido é entendido como uma construção histórica, enunciativa e situada, que se manifesta no cruzamento de significados, valores e acentos ideológicos. Neste quadro, o sujeito não é uma entidade acabada, mas uma configuração aberta, intersubjetiva e interobjetiva, que se constitui em relação ao outro e ao Outro -- a cultura -- num processo de extraposição e diálogo. A partir desta arquitetura, a formação é concebida como uma prática de sentido eticamente comprometida, onde se articulam dimensões cognitivas, estéticas e volitivas. A compreensão, neste contexto, não é apenas um ato intelectual, mas um acontecimento ético que permite ao sujeito situar-se, responsabilizar-se e projetar-se no mundo. Consequentemente, propõe-se uma pedagogia crítica que reconhece a palavra como meio de transformação, a diferença como fonte de sentido e o conhecimento como uma prática relacional e histórica. Assim, a educação deixa de se centrar na transmissão de conteúdos para se orientar para a formação de sujeitos responsáveis, heterónomos e dialogantes, capazes de habitar o mundo a partir de uma consciência situada, plural e aberta ao outro. |
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