Towards gender equity in feminized disciplines. A qualitative research study in Chile.
Objective. To explore the gender equity indicators identified by female academics in feminized disciplines within a Chilean university and propose institutional strategies to promote gender equity. Methods. A qualitative study was conducted with 23 participants from four feminized disciplines at a C...
| Publicado en: | Investigación & Educación en Enfermería Vol. 44; no. 2; pp. 30 - 44 |
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| Autores principales: | , , , , , |
| Formato: | Artículo |
| Publicado: |
Universidad de Antioquia, Facultad de Enfermeria
May-Jul2026
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| Acceso en línea: | Ver este registro en EBSCOhost |
| Sumario: | Objective. To explore the gender equity indicators identified by female academics in feminized disciplines within a Chilean university and propose institutional strategies to promote gender equity. Methods. A qualitative study was conducted with 23 participants from four feminized disciplines at a Chilean university. Data were collected via semi-structured interviews and focus groups and analyzed using thematic analysis with the support of NVivo software. Results. Two major thematic axes emerged: (1) structural gender dynamics and power relations in feminized disciplines -Gender Roles, Feminized Fields as Service Disciplines, Interpersonal Dynamics Among Women and the Inclusion of Men-, and (2) building gender equity through contextsensitive indicators - leadership distribution, academic progression, research output, work-life/time use balance, and fair remuneration-, including final recommendations. Conclusions. Gender equity in feminized disciplines cannot be achieved solely through numerical parity. Institutional policies must address the hermeneutical injustice that renders women’s care and administrative labor invisible. Achieving equity requires integrating context-appropriate indicators into evaluation systems that formally recognize and value the multidimensional contributions of women in academia. Objetivo. Explorar los indicadores de equidad de género identificados por académicas en disciplinas feminizadas dentro de una universidad chilena y proponer estrategias institucionales para promover la equidad de género. Métodos. Se realizó un estudio cualitativo con 23 participantes de cuatro disciplinas feminizadas en una universidad chilena. Los datos se recolectaron mediante entrevistas semiestructuradas y grupos focales, y se analizaron mediante análisis temático con el apoyo del software NVivo. Resultados. Surgieron dos grandes ejes temáticos: (1) dinámicas estructurales de género y relaciones de poder en disciplinas feminizadas —Roles de Género, Campos Feminizados como Disciplinas de Servicio, Dinámicas Interpersonales entre Mujeres e Inclusión de Hombres—, y (2) construcción de la equidad de género a través de indicadores sensibles al contexto —distribución del liderazgo, progresión académica, productividad científica, equilibrio entre vida laboral y personal/uso del tiempo, y remuneración justa—, incluyendo recomendaciones finales. Conclusiones. La equidad de género en las disciplinas feminizadas no puede lograrse únicamente mediante la paridad numérica. Las políticas institucionales deben abordar la injusticia hermenéutica que invisibiliza el trabajo de cuidado y administrativo de las mujeres. Lograr la equidad requiere integrar indicadores adecuados al contexto en los sistemas de evaluación que reconozcan y valoren formalmente las contribuciones multidimensionales de las mujeres en la academia. Objetivo. Explorar os indicadores de equidade de gênero identificados por acadêmicas em disciplinas feminizadas em uma universidade chilena e propor estratégias institucionais para promover a equidade de gênero. Métodos. Foi realizado um estudo qualitativo com 23 participantes de quatro disciplinas feminizadas em uma universidade chilena. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e grupos focais, e analisados por meio de análise temática com o apoio do software NVivo. Resultados. Emergiram dois grandes eixos temáticos: (1) dinâmicas estruturais de gênero e relações de poder em disciplinas feminizadas —Papéis de Gênero, Campos Feminizados como Disciplinas de Serviço, Dinâmicas Interpessoais entre Mulheres e Inclusão de Homens—, e (2) construção da equidade de gênero por meio de indicadores sensíveis ao contexto — distribuição de liderança, progressão acadêmica, produção científica, equilíbrio entre vida profissional e pessoal/uso do tempo e remuneração justa—, incluindo recomendações finais. Conclusões. A equidade de gênero em disciplinas feminizadas não pode ser alcançada apenas por meio da paridade numérica. As políticas institucionais devem enfrentar a injustiça hermenêutica que torna invisível o trabalho administrativo e de cuidado das mulheres. Alcançar a equidade exige a integração de indicadores apropriados ao contexto nos sistemas de avaliação que reconheçam e valorizem formalmente as contribuições multidimensionais das mulheres na academia. |
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